<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040</id><updated>2011-11-27T20:35:49.982-03:00</updated><category term='Notícias'/><category term='Contato'/><category term='Artigos'/><category term='Serviços'/><category term='Consegma'/><title type='text'>Consegma</title><subtitle type='html'>Consegma: Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, Soluções imediatas para sua empresa.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Consegma</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00494712930502924589</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-7896941855903108812</id><published>2009-08-02T21:59:00.005-03:00</published><updated>2009-08-08T06:37:11.814-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><title type='text'>CONSEGMA: SERVIÇOS EM SEGURANÇA NO TRABALHO</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Medições ambientais: (calor,ruído,iluminamento,gases,poeira(vegetal e mineral)).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Elaboração de programas exigidos pelo Ministério do trabalho (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais- PPRA, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional- PCMSO.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Curso da Norma Regulamentadora NR-10(BÁSICO E AVANÇADO)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Realização de exames ocupacionais exigidos pelo Ministério do trabalho (admissional,periódico,demissional,retorno ao trabalho e mudança de função).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Inspeção e manutenção de caldeiras e vasos de pressão exigidos pelo Ministério do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Elaboração de laudos(insalubridade, periculosidade,Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho-LTCAT e laudo ergonômico.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Consultoria na área jurídica em processos trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Elaboração de perfil profissiográfico previdenciário-PPP exigido Ministério da Previdência.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Palestras educativas com temas a escolher.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Acompanhamento na implantação de sistema de gestão integrada-SGI.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Treinamentos : operadores de empilhadeira e de caldeira Movimentação de Produtos Perigosos-MOPP , direção defensiva,cipeiros exigidos pelo Ministério do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt; Acompanhamento na implantação de ISO 18000.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;Consultorias em geral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-7896941855903108812?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/7896941855903108812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=7896941855903108812&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/7896941855903108812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/7896941855903108812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/consegma-servicos-em-seguranca-no.html' title='CONSEGMA: SERVIÇOS EM SEGURANÇA NO TRABALHO'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-4150959277769042235</id><published>2009-08-01T22:10:00.013-03:00</published><updated>2009-08-08T12:07:33.597-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serviços'/><title type='text'>CONSEGMA: SERVIÇOS EM MEIO AMBIENTE</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;* Licenciamento ambiental exigido pela secretaria de meio ambiente estadual.&lt;br /&gt;* Eficiência energética.&lt;br /&gt;* Palestras educativas com temas a escolher.&lt;br /&gt;* Implementação de programa de Produção mais Limpa-P+L.&lt;br /&gt;* Elaboração de Relatório de Impacto Ambiental-RIMA e Estudo de Impacto Ambiental-EIA.&lt;br /&gt;* Implementação e acompanhamento de Sistema de Gestão Ambiental-SGA.&lt;br /&gt;* Implementação e acompanhamento de Sistema de Gestão Integrada(qualidade,meio ambiente e segurança no trabalho-SGI.&lt;br /&gt;* Implementação e acompanhamento de ISO 14000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-4150959277769042235?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/4150959277769042235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=4150959277769042235&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4150959277769042235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4150959277769042235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/consegma-servicos-em-meio-ambiente.html' title='CONSEGMA: SERVIÇOS EM MEIO AMBIENTE'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-1437125996899388477</id><published>2009-07-28T23:18:00.001-03:00</published><updated>2009-08-28T23:22:35.543-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Plante uma árvore, colabore com o futuro!</title><content type='html'>&lt;span style="color: black;"&gt;A mudança climática colocou toda a humanidade diante de uma grande disjuntiva: continuar pelo caminho do capitalismo ou empreender o caminho do respeito á natureza , executando planos de desenvolvimento sustentáveis .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O governo brasileiro quer reduzir em 72% o índice de desmatamento da Amazônia até 2017.O aumento do número de árvores plantadas é uma importante meta do Plano Nacional sobre Mudanças do Clima, lançado no dia 1o. de dezembro de 2008. A expectativa é passar de 5,5 milhões de hectares para 11 milhões de há em 2017. Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Amazônia é conhecida como o “pulmão do mundo”, mas, este pulmão está cada dia mais ameaçado pelo desmatamento e pelas constantes queimadas. O desmatamento reduz a evaporação da água das florestas e dos rios. Escassez de água em grande parte é provocada pelo desmatamento que permite a poluição dos rios e suas nascentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O Código Florestal Brasileiro , através da Lei 4.771/65 define que a mata ciliar tem a função de preservar os recursos hídricos, e ainda assegurar o bem estar da população humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Educação Ambiental comemora 31 anos de propostas socioculturais , enfocando a relação entre o ser humano , a natureza e o universo de forma multi e interdiciplinar , ajudando a desenvolver uma consciência ética sobre todas as formas de vida existentes no planeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A tecnologia e o conhecimento que dispomos hoje podem reduzir consideravelmente o impacto humano nos ecossistemas. Mas, a conscientização ambiental, só é possível com percepção e compreensão da importancia do meio ambiente natural em nossa vida. Pequenas ações individuais podem fazer grande diferença neste processo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Plantar uma árvore, por exemplo, é uma atitude muito louvável, mas requer conhecimento, é preciso respeitar seu bioma, não devemos cultivar o mogno no sul do País , sabendo que esta é endêmica da Amazônia. As árvores tem ligação direta com o nível subterrâneo , suas raízes exploram as profundezas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O plantio de espécies exóticas é prejudicial ao meio ambiente , essas espécies podem se multiplicar sem controle, transformando-se numa praga, além de competir desigualmente pelo espaço , chegando até a matar as espécies nativas. Algumas espécies exóticas tem as raízes estruturadas para absorver toda a água que conseguirem, tornando o solo pobre e seco .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Antes exercitar sua cidadania, plantando uma árvore, é fundamental conhecer suas características como altura, raiz, queda de folhas, flores e frutos, evitando que ocorra entupimento de bueiro, atrapalhem a fiação elétrica, entre outros problemas. Quem planta hoje uma árvore , esta dando um presente para o futuro, se escolher a muda da espécie adequada, isto é , disseminando a "semente" da consciência ecológica .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pesquisa: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ecoviagem.uol.com.br/fique-por-dentro/artigos/meio-ambiente/plante-uma-arvore-de-um-presente-para-o-futuro--8307.asp"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Ecoviagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-1437125996899388477?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/1437125996899388477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=1437125996899388477&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/1437125996899388477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/1437125996899388477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/plante-uma-arvore-colabore-com-o-futuro.html' title='Plante uma árvore, colabore com o futuro!'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-4249291305465550686</id><published>2009-07-27T23:10:00.004-03:00</published><updated>2009-08-28T23:17:32.163-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Água, um assunto para todos nós!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Chegamos ao século XXI, e uma certeza, impõe-se a todos nós: o uso racional da água é indispensável à vida. A água está se tornando escassa em muitas regiões e será necessário reduzir drasticamente o seu consumo, ou populações inteiras, que já sofrem escassez, passarão a conviver com situações dramáticas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A pressão do homem sobre a terra é nítida em dois aspectos fundamentais: o próprio crescimento da raça humana e a exploração econômica dos recursos naturais. A medida que a população esta aumentando, novos desafios vão surgindo para garantir a nossa sobrevivencia. Com isto o homem muda a geografia da terra, das encostas e dos cursos d'água, aumentando a vulnerabilidade do próprio homem aos eventos extremos da natureza como inundações, secas, deslizamentos de terra, entre outros fenômenos.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A água, sua produção, preservação, proteção e uso racional são temas ambientais dos mais importantes nos dias de hoje. Pouco valor terá casas, terrenos áridos, edifícios, veículos, barcos, se não houver o alimento água, o sustentáculo de tudo.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É necessário promover debates em todos os níveis da sociedade, por pessoas de todas as idades, em locais acessíveis a comunidade. Mobilização social. Esta é a chave para a solução do desperdício. Mobilizar pessoas, grupos, organizações, segmentos da população para que saiam da estagnação e criem, através da educação e conscientização, um ideal coletivo de uso racional da água.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A população, seja ela urbana, rural, residente em periferia ou pequenas comunidades, tem direito a água potável de boa qualidade, livre de qualquer tipo de contaminação.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Implantando uma política de governar através das agências reguladoras de sistemas públicos, o governo federal baixou a lei n.º 9.984, criando a Agência Nacional de Águas (ANA), para funcionar nos mesmos moldes que a ANP (Petróleo), ANATEL (Telecomunicações), ANEEL (Energia Elétrica), um organismo gestor e fiscalizador do uso dos recursos hídricos no Brasil, com o objetivo de estabelecer maior controle sobre segmentos até então, livres usuários dos recursos hídricos. Desta maneira, a água deixou de ser um bem de uso comum e ilimitado, para ser um bem de uso controlado, com valor econômico agregado.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;As empresas municipais de abastecimento de água, passam a pagar pela água que captam gratuitamente nos rios para fornecimento público, as usinas de energia elétrica, da mesma forma, terão que pagar pela água que usam gratuitamente para gerar energia elétrica e conseqüentemente impulsionar o seu negócio.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A ANA, a exemplo das outras agências reguladoras de sistemas como demonstrado, exercerá papel de fiscalização para que estes novos custos atribuídos aos empreendedores, não sejam repassados ao consumidor através das contas de água, o que vai exigir destes prestadores de serviços por outro lado, mais eficiência administrativa.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Primeiramente, o grande poluidor dos recursos hídricos no Brasil, são as prefeituras municipais, que deveriam estar tratando todo o esgoto das cidades antes de seu despejo. Em segundo a agroindústria, face ao uso desordenado e indiscriminado de agrotóxicos que acabam por contaminar o solo e a água. Em terceiro as atividades mineradoras, em sua maioria ilegais, e por último, a indústria com a emissão de seus efluentes.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A responsabilidade pelos serviços de água é dos governos e torna-se necessário um sistema democrático e responsável como requisito para dispor de um serviço eqüitativo.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É hora de abolir privilégios e interesses econômicos e partir para políticas que levem em conta as necessidades e urgências sociais, garantindo a qualidade de nossa água, por meio de ações que determinem a preservação dos recursos hídricos das bacias hidrográficas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;As questões referentes a água para o desenvolvimento devem necessariamente passar pela participação da sociedade na gestão dos recursos hídricos, na transparência do processo e na tomada de consciência de que a gestão da água é um assunto de todos nós.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Vininha F. Carvalho - diretora da Del Valle Editoria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistaecotour.com.br/"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;www.revistaecotour.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-4249291305465550686?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/4249291305465550686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=4249291305465550686&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4249291305465550686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4249291305465550686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/agua-um-assunto-para-todos-nos.html' title='Água, um assunto para todos nós!'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-1049874249333146934</id><published>2009-07-26T09:31:00.000-03:00</published><updated>2009-08-21T09:32:05.333-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Redimensão Dos Espaços Urbanos  E os Polos Tecnológicos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Indagações circundam a órbita do desenvolvimento humano, na tentativa de suprir demandas oriundas de uma nova fase na história da humanidade, atingindo dimensões cada vez maiores, mediante crises de mercados nacionais e internacionais, e a maneira mágica de promover desenvolvimento rápido, efetivo e sustentável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim sendo, as cidades se modificam formando verdadeiras redes de interfaces múltiplas e interativas se harmonizando em contextos cada vez mais complexos mas supostamente promotores de progresso. Como bem destaca Michael Porter, em “On competition”:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Surgem aglomerados, singularmente definidos como: “agrupamento geograficamente concentrado de empresas inter-relacionadas a instituições correlatas numa determinada área, vinculadas por elementos comuns e complementares”(PORTER, 1999, p. 211).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Erasmo Gomes, em seu trabalho “Imaginário e realidade em torno aos parques e pólos tecnológicos: elementos para reflexão”(2001),&amp;nbsp; constata a tendência das políticas de inovação no âmbito dos países industrializados, no sentido da descentralização e fortalecimento das iniciativas locais e regionais e esta&amp;nbsp; tendência é refletida também no Brasil pela criação de mecanismos&amp;nbsp; dirigidos a promover o estreitamento da relação universidade-setor produtivo destacando a estruturação de arranjos institucionais denominados pólos tecnológicos - que se destinam a apoiar o esforço inovativo de pequenas empresas de base tecnológica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fundamenta sua argumentação com referências brasileiras que caminham para&amp;nbsp; uma ação deliberada de articulação entre agentes públicos e privados criando mecanismos político-institucionais supostamente capazes de ativar um modelo virtuoso que reuna condições de dinamizar o desenvolvimento industrial e econômico local/regional, ancorado na atividade de pequenas empresas de base tecnológica. Diz o ilustre mestre:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“...é preciso considerar as especificidades que a experiência dos países periféricos e brasileira encerram, as quais impõem limites à tentativa de transposição de modelos inspirados, principalmente, nos paradigmáticos casos norte-americanos de Silicon Valley e Route 128”(GOMES, 2001).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Curitiba, apresenta-se a variedade de países investidores em unidades produtivas do CIC e Parque Tecnológico, bem como um estudo para implantação de um Tecnoparque nos próximos anos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;2. Metodologia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Para todos os efeitos, empregar-se-á a pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo para coleta de dados.&lt;b&gt; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;3. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Desenvolvimento&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Em termos de literatura internacional, bem colocada a inserção de Michael E. Porter, em sua obra, "Competição: estratégias competitivas essenciais (On Competition)", que constitui-se em&amp;nbsp; compilação dos influentes trabalhos do autor publicados na Harvard Business Review com&amp;nbsp; idéias recentes sobre a competitividade e sobre a maneira como as empresas conquistam uma posição de vantagem competitiva em decorrência da sua atuação na esfera mundial. Os ensaios desenvolvem temas consistentes como : a chave para a rentabilidade e para o crescimento é a demarcação e o constante aprimoramento de uma posição competitiva diferenciada; a prosperidade decorre da habilidade de aumentar continuamente a produtividade; e uma parcela substancial do processo social deriva, principalmente, das inovações no setor privado (PORTER, 1999). Em seus artigos incluem-se importantes discussões como a forma pela qual as forças competitivas moldam a estratégia que é estratégia; da&amp;nbsp; vantagem competitiva à estratégia corporativa; a vantagem competitiva das nações; aglomerados e competição: novas agendas para empresas governos e instituições; a vantagem competitiva dos centros urbanos; Desvantagem de capital: o decadente sistema de investimentos de capital nos EUA. E ao referir-se às empresas japonesas, acrescenta afirmando que o sucesso das&amp;nbsp; mesmas se deve à sua capacidade e especialização na "criação do conhecimento organizacional", difundindo-o na organização como um todo e incorporando-o a produtos, serviços e sistemas. Acrescenta ainda que as mesmas utilizam-se da criação do conhecimento para transformar crises econômicas em oportunidades competitivas. Um modelo universal sobre como uma empresa deveria ser administrada, com base nas práticas gerenciais encontradas no Japão, Oriente e Ocidente pode ser traçado. Comenta ainda que&amp;nbsp; é preciso indicar a&amp;nbsp; estrutura organizacional mais propícia à criação do conhecimento;&amp;nbsp; Indica um estudo comparativo da questão do conhecimento nas tradições filosóficas do Oriente e&amp;nbsp; apresenta um&amp;nbsp; novo modelo gerencial, em que os gerentes de nível médio têm o papel central, gerenciando o processo de criação do conhecimento, tomando a iniciativa de envolver tanto os gerentes em cargos altos quanto os funcionários da linha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No posicionamento de Maurício Guedes e Piero Formica, em “A economia dos parques tecnológicos” há&amp;nbsp; especial atenção ao sentido teleológico da implantação de parques tecnológicos, quais sejam os que se destinam a entender a sua natureza complexa, mas que de modo algum devem escapar do alcance objetivo de análise, apresentando alguns de seus problemas mais específicos em realidades já configuradas, no sentido de identificar a capacidade de apontar vantagens competitivas e criatividade no desempenho das mesmas, estabelecendo conexões que possibilitem a compreensão das redes que conectam atores a seus papéis, no palco da economia. Não se exclui de forma alguma, a complexidade de tais temas, visto que envolvem os liames da organização como a gerenciadora de processos produtivos, que objetivam mais sucesso em seus desempenhos, e fazer frente às perspectivas de mercado. A possibilidade do estabelecimento de modelos é igualmente discutida especialmente em termos de tecnologia e de conhecimento dos agentes e sistemas, o gerenciamento de incertezas por metodologias que analisem impactos, mas que principalmente posicionem criticamente a efetividade do sistema como um todo, em termos de investimentos, problemas oriundos destes sistemas e a forma como podem ser administrados e direcionados para resultados mais condizentes com os interesses individuais das organizações e coletivos (GUEDES; FORMICA, 1997). Ainda na visão de José Carlos Barbieri&amp;nbsp; em seu artigo “Pólos tecnológicos e de modernização: notas sobre a experiência brasileira”, observa-se a articulação do discurso,&amp;nbsp; por intermédio de um paradigma referencial que alinha a questão da articulação das empresas, centros de P&amp;amp;D, universidade e governos como um dos mais importantes instrumentos de desenvolvimento regional e local da atualidade, como quer esclarecer Barbieri (1994).Tem-se igualmente evidencias de sua preocupação com a questão da modernização que tais concentrações tecnológicas poderiam promover junto a uma alocação de recursos mais efetiva de recursos e agentes, envolvendo as instituições de educação, políticas e administrativas, na tentativa de harmonizar forças e promover o desenvolvimento mais direcionado à participação e envolvimento de seus agentes ou atores, resguardando a questão das competências, mas não como mera experiência (incubadora), e sim como investimento potencialmente capaz de gerar modelos e diretrizes para a consecução específica de planos e metas articuladas de forma estratégica, estabelecendo uma melhoria na qualidade tecnológica e de agentes que a manipulem, pela modernização de recursos da produção, coordenação destas condicionantes e variáveis pelo entendimento de que possa haver uma cultura regional híbrida, minimizando possibilidades de prejuízo e reconceituando os valores essenciais ao bom desempenho institucional das organizações pela apresentação de resultados efetivos (BARBIERI, 1994).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; De acordo com Maria E. Lunardi, em sua obra “Parques tecnológicos: estratégias de localização em Porto Alegre” há uma&amp;nbsp; concepção de realidade em termos de desenvolvimento propiciado pelo surgimento de cidades tecnológicas, "tecnóploles" em arenas nacionais e internacionais, voltando-se principalmente, para a região sul do Brasil, ( Florianópolis, Curitiba).&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Especificamente em Curitiba, observou-se a multiplicidade de países investidores no CIC (Circuito Industrial de Curitiba), e Parque Tecnológico, a partir da implantação em 1973, através de dados fornecidos pela Companhia de Abastecimento de Curitiba (2004), em mapa georeferenciado das empresas estrangeiras nestes espaços. O critério foi o registro das cartas de intenções fornecidas ao Poder Público, de controle desta instituição. Chega-se à conclusão de que das treze empresas investigadas no Parque de Software, apenas uma é estrangeira (IMPSAT- ARGENTINA). Das 4620 empresas constantes deste cadastro, há 140 empresas de capital estrangeiro, incluindo a última mencionada, onde se percebe a abertura de espaços para o mercado internacional em proporções ainda de liderança nacional, ocupados&amp;nbsp; por países como EUA, Alemanha, Itália, França, Portugal, Espanha, Argentina, Japão, Suécia, Holanda, Inglaterra, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Dinamarca, e Noruega em ordem de classificação quanto ao número de empresas. A pesquisa limitou-se ao ano de 2002, sabendo-se que modernamente já existem inclusões de outros investidores como Israel, Suíça, ainda não pertencentes a este estudo, realizado no mês de&amp;nbsp; maio último pelo autor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Em suas considerações sobre fatores globalizantes e contextuais, na tentativa de estabelecer de maneira lógica, uma interpretação objetiva das variáveis, antecedentes e perspectivas, com relação as realidades já configuradas no meio social, Lunardi observa&amp;nbsp; sempre que possível, os aspectos da viabilidade, sustentabilidade de sistemas tecnológicos, na tentativa de se modernizar as unidades produtivas, em termos de concentração de recursos escassos, e promover o desenvolvimento de forma a fazer frente às demandas econômicas crescentes em termos de bens e serviços analisando modelos preexistentes e voltando-se para as possibilidades em termos de estratégias possíveis de serem traçadas pelo entendimento objetivo dos cenários onde estão inseridos e a relação entre seus protagonistas (LUNARDI, 1997) .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; .&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;4. Conclusão &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Percebe-se com clareza certa preocupação com o envolvimento das comunidades locais, no sentido de prestar serviços às organizações&amp;nbsp; que formam os pólos tecnológicos, pela implementação de medidas efetivas de avaliação de perfis locais, para que se possa minimizar os impactos sociais, pelo desenvolvimento coordenado de dados que possibilitem a obtenção de informações, apontando sempre que possível, indicadores que configurem uma realidade específica, de forma a incrementar as políticas e estratégias, sem no entanto consentir a possibilidade de erros com relação a implantação de parques tecnológicos em locais não apropriados. Ainda assim, o conceito de espaço bem ocupado, torna-se bastante relativo, porque existem razões intrínsecas de determinados contextos sociais, que escapam do entendimento dos intérpretes destas relações, sendo determinados na dinâmica do tecido social, em tempo real, o que afasta muitas vezes a possibilidade de provisão e conhecimento de realidades configuradas, visto que se transformam, de acordo com as demandas e leis mais severas de mercado, qual seja a da oferta e procura de novas frentes de renda e trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Em recorte de jornal datado de&amp;nbsp; 21 de janeiro de 2004, observou-se através de estudo policial, a questão da segurança ofertada pelos meios de transporte em Curitiba. E ao criar novas frentes de trabalho, a exemplo do CIC, um contra-senso absoluto se mostra, ao apontar o mesmo, como o lugar de maior índice de criminalidade em Curitiba (CAVALLARI, 2004). A questão de redimensionamento destes espaços é ainda delicada devendo haver especial atenção dos planejadores urbanos quanto a&amp;nbsp; questão social.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Referências&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;BARBIERI&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;José&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Carlos&lt;/b&gt;. &lt;b&gt;Pólos tecnológicos e de modernização&lt;/b&gt; : notas sobre a experiência brasileira. Revista de Administração de Empresas. v. 34, n. 5, p.21-31, set./out., 1994.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CAVALLARI, Patrícia. Viajando com o medo. &amp;nbsp;&lt;b&gt;Tribuna do Paraná&lt;/b&gt;, Curitiba-Pr,&amp;nbsp; 21 jan. 2004. p. 08.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;GOMES, Erasmo. &lt;b&gt;A experiência brasileira de pólos tecnológicos: &lt;/b&gt;uma abordagem político-institucional&lt;b&gt;.&lt;/b&gt; Campinas: UNICAMP, 1995. 143 p. Dissertação (mestrado em política científica e tecnológica) - Instituto de Geociências. Universidade Estadual de Campinas, 1995.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;GUEDES&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Maurício&lt;/b&gt;; FORMICA, Piero. &lt;b&gt;A economia dos parques tecnológicos&lt;/b&gt;. Rio de Janeiro: ANPROTEC, 1997. 359 p.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;LUNARDI&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Maria&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Elizabeth&lt;/b&gt;. &lt;b&gt;Parques tecnológicos: estratégias de localização em Porto Alegre,&lt;/b&gt; Florianópolis e Curitiba. Curitiba 1997. 90 p.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PORTER, Michael E. "&lt;b&gt;Competição: estratégias competitivas essenciais&lt;/b&gt; (On Competition)" . Rio de Janeiro: Campus, 1999.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;REVISTA PROJETO DESIGN, IPPUC,&amp;nbsp; p.90 , Novembro,1999.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ibid.&amp;nbsp; p. 70, Março, 2002.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Por: &lt;a href="http://www.artigonal.com/authors_205582.html" title="Antonio Cunha"&gt;Antonio Cunha&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/2442358803723524" target="_blank"&gt;http://lattes.cnpq.br/2442358803723524&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte &lt;a href="http://www.artigonal.com/" title="Artigos Gratuitos Online"&gt;Artigos&lt;/a&gt; - Artigonal.com - &lt;a href="http://www.artigonal.com/meio-ambiente-artigos/polos-tecnologicos-e-a-redimensao-dos-espacos-urbanos-1114985.html" title="Polos Tecnológicos E A Redimensão Dos Espaços Urbanos"&gt;http://www.artigonal.com/meio-ambiente-artigos/polos-tecnologicos-e-a-redimensao-dos-espacos-urbanos-1114985.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-1049874249333146934?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/1049874249333146934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=1049874249333146934&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/1049874249333146934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/1049874249333146934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/08/redimensao-dos-espacos-urbanos-e-os.html' title='Redimensão Dos Espaços Urbanos  E os Polos Tecnológicos'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-861462895928288877</id><published>2009-07-26T09:27:00.000-03:00</published><updated>2009-08-21T09:28:31.968-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Amazonas - Crítica à Situação Humana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 align="justify"&gt;Amazonas&lt;/h1&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma nova era! O novo mundo! Todos dizem assim. Ainda há tempo de rever o mundo do ontem e do hoje e perceber que somos a fronteira do nunca, em busca do não sei. Somos poeira da nossa própria destruição. Num processo lento e doloroso, vendemos nossas almas ao fogo, às máquinas, aos gringos. Nos resta nosso egoísmo. Milhares de árvores derrubadas, milhares de sonhos perdidos, milhares de dólares erguidos, pra quê? Empobrecer povos? Contaminar rios? 'Evoluir medicina'? Já se foi o Chico, já se foi a Doroty, já se vai o último barco da esperança tripolado por cegos cavalheiros, matando e bebendo aos corpos de pobre negros, índios e crianças.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dizem: pulmão do mundo! Talvez o último amagedon. Mas não sabem como se tratr disso. E agora? Catequizarão a quem? Os russos, os americanos, os europeus querem o posto dos jesuítas. Ou será que estamos numa guerra, sem inimigos ou puro inimigos, sem rostos ou rostos tapados; covarges soldados sem causa, sem pátria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que restará deste pedaço de Brasil? Um novo Saara? De quantos destes brasis precisamos para começarmos a compreender que temos praticado nossa própria destruição? Será que o Amazonas começa naquela mata, naquela aldeia, ou naquele rio? Existiria fronteiras no mal que fazemos? Nesse mesmo momento, estamos na sombra de uma castanheira, sentados em luxuosas poltronas, feitas de mogno ou cerejeira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ar que nos trás vida, também nos tira. Somos autoridades de nossas próprias vidas. Enxrgar a nossa volta devia ser receita moral para que pudéssemos garantir a sobrevivência da vida. Não é preciso estudo, são visíveis os causadores e as consequências, é constante o erro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é luta única, teremos que formar um grande exército, uma nova consciência. Teremos que reflorestar, criar metas mundiais, aceitar ajuda, esquecer o orgulho, não cuspir no prato. Precisamos revolucionar a educação, falar uma só língua para todos os povos. Assumir o erro e unir as fatias que ainda restam. É tarefa de todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanta estupidez na autodestruição. Que apetite é este? Façamos um hino que nossos filhos e netos o ouçam, como uma suave melodia, que ele seja verdadeiro e não acabe mentiroso. Há quem dá os primeiros passos reciclando, criando combustiveis alternativos. Mas ainda é pouco, há muito que fazer, precisamos voltar a caminhar. O futuro é hoje, o tempo é agora, não adormeçamos, para não assustarmo-nos caso acordemos. Que o pássaro adormecido voe, e distribua a boa nova. E que haja morada para todos os seres ainda com vida. A natureza é fruto de nossas aspirações. Ela se revela, conforme nos revelamos. Ela se alegra, chora, revolta, morre, renasce. Que ela não fique no livro do esquecimento. Pois se acontecer, estaremos sepultados debaixo deste mesmo livro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Por: &lt;a href="http://www.artigonal.com/authors_202468.html" title="BASTOS, Charles L."&gt;BASTOS, Charles L.&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte &lt;a href="http://www.artigonal.com/" title="Artigos Gratuitos Online"&gt;Artigos&lt;/a&gt; - Artigonal.com - &lt;a -="" amazonas"="" crítica="" href="http://www.artigonal.com/meio-ambiente-artigos/amazonas-critica-a-situacao-humana-1097461.html" humana"="" situação="" title="" à=""&gt;http://www.artigonal.com/meio-ambiente-artigos/amazonas-critica-a-situacao-humana-1097461.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-861462895928288877?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/861462895928288877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=861462895928288877&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/861462895928288877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/861462895928288877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/08/amazonas-critica-situacao-humana.html' title='Amazonas - Crítica à Situação Humana'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-9009485784715121421</id><published>2009-07-25T07:57:00.003-03:00</published><updated>2009-08-04T16:13:40.086-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>O que é segurança do Trabalho?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/Snh_umTk5_I/AAAAAAAAAMY/J5PBK2CleCo/s1600-h/seguranca_trabalho.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366179394545313778" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/Snh_umTk5_I/AAAAAAAAAMY/J5PBK2CleCo/s400/seguranca_trabalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt; Podemos afirmar que são medidas preventivas contra acidentes laborais, sensibilidade aos riscos provenientes de cada trabalho, pois são inúmeras as particularidades, e a avaliação de significâncias que todos os incidentes provocam ao empregador, empregado, e à sociedade como um todo. A segurança do trabalho foi mais uma conquista do ser humano que se tem evoluído até hoje, a partir de profissionais que começaram a fazer publicações relacionadas à doenças originadas de trabalhos específicos. Daqui, vemos a importância dos protestos, das revoluções sadias, da exigência de direitos, pois antes não tínhamos números nem citações de ralações de trabalho com doenças nem acidentes. Em 1700, com a publicação do médico Bernardino Ramazzine sobre várias doenças relacionadas a 50 profissões diferentes, é que foi alavancada a segurança e saúde dos trabalhadores. O pai da Medicina, como era conhecido, marcou época na Itália com a frase: "Qual é sua ocupação?", e é um marco na história da nossa evolução.&lt;br /&gt;As primeiras leis relativas à segurança do trabalho:&lt;br /&gt;Em 1802: a lei, saúde e moral dos aprendizes; limitava a jornada de trabalho diário para 12 horas, proibia o trabalho noturno de menores aprendizes, obrigava os empregados lavarem as paredes das fábricas duas vezes pos ano, e que as mesmas possuíssem ventilação adequada.&lt;br /&gt;Em 1833: baixado o "Factory Act", primeira lei eficiente na proteção do trabalhador inglês, aplicava-se à todas as empresas da Inglaterra e proibia mais de 69 horas semanais de trabalho, exigia escolas para os menores de 13 anos, que a idade mínima para o trabalho fosse de 9 anos de idade, e já obrigava a existência de um atestado médico para trabalhar.&lt;br /&gt;Anos 70: "Brasil, campeão mundial de acidentes do trabalho!"&lt;br /&gt;Com este triste título, no Brasil, a preocupação com a saúde do trabalhador se deu a partir de 1964, com a unificação dos institutos de aposentadoria num único: o Instituto Nacional de Previdência Social - INPS (hoje: INSS-Instituto Nacional do Seguro Social), que permitiu estatísticas mais sólidas de acidentes, sendo possível constatar também os altos custos que eram acarretados para o governo. De emergência, foi criado também o PNVT-Plano Nacional de Valorização do Trabalhador, onde se tornou obrigatória a formação de serviços especializados em segurança, higiene e medicina do trabalho pelas empresas conforme o grau de risco, e o número de funcionários, formando emergencialmente, médicos e enfermeiros do trabalho, e engenheiros e inspetores de segurança do trabalho.&lt;br /&gt;1964 - Criação do INPS e o PNVT (citados anteriormente).&lt;br /&gt;1972 - Criadas leis que regulamentavam o Departamento Nacional de Higiene e Medicina do Trabalho. Editada a portaria nº3.237, obrigando a manutenção de serviços de segurança, higiene e medicina do trabalho nas empresas.&lt;br /&gt;1977 - O MTb-Ministério do Trabalho brasileiro(hoje: MTE-Ministério do Trabalho e Emprego), passa a ser o órgão competente, para regulamentar os assuntos referentes a higiene e segurança do trabalho.&lt;br /&gt;1978 - Aprovadas as Normas Regulamentadoras urbanas (NR's), pela portaria nº 3.214 de 8 de Julho de 1978.&lt;br /&gt;1988 - Dez anos depois das NR's, são aprovadas as NRR's-Normas Regulamentadoras Rurais, pela portaria nº3.067 de 12 de Abril de 1988.&lt;br /&gt;1985 - Substituídos os cursos emergenciais, por cursos de especialização para engenheiros e técnicos de segurança. (Lei 7.410 de 27 de Novembro de 1985)&lt;br /&gt;NR-01 que trata das disposições gerais: Item 1.1 As Normas Regulamentadoras - NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. (Alteração dada pela Portaria n.º 06, de 09/03/83)&lt;br /&gt;Nesse Breve resumo, vemos que se tem uma evolução de benefícios, não só aos trabalhadores, bem como aos empregadores com as medidas de segurança do trabalho. Vimos que a ausência dessas preocupações e serviços, trouxeram, e podem ainda trazer com a falta de cuidados, muitos malefícios, não só para as empresas, mas também ao governo.&lt;br /&gt;Uma Equipe especializada no tocante à higiene, saúde e segurança do trabalho, só vem a somar e trazer benefícios, e não subtrair com prejuízos financeiros como muitos pensam, e como já diz o ditado:&lt;br /&gt;"É melhor prevenir do que remediar!"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-9009485784715121421?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/9009485784715121421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=9009485784715121421&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/9009485784715121421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/9009485784715121421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/o-que-e-seguranca-do-trabalho.html' title='O que é segurança do Trabalho?'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/Snh_umTk5_I/AAAAAAAAAMY/J5PBK2CleCo/s72-c/seguranca_trabalho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-4173646337620039635</id><published>2009-07-24T07:42:00.001-03:00</published><updated>2009-08-04T15:58:00.796-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Economia E Meio Ambiente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SniBk1JdODI/AAAAAAAAAMg/HoOKPvt9xDQ/s1600-h/mundo.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366181425753962546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 119px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SniBk1JdODI/AAAAAAAAAMg/HoOKPvt9xDQ/s320/mundo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;A política brasileira estreia um novo capítulo na novela CPI. Desta vez a gigante Petrobras é alvo de investigações que apuram supostas irregularidades cometidas pela empresa. O assunto CPI da Petrobrás é destaque na imprensa e provoca temores no Governo, já que a empresa responde por 4,7% do PIB nacional. No ano passado, a Petrobrás também foi destaque, só que positivo: a exploração de petróleo na camada pré-sal. O que há de igual nesses dois episódios, um negativo (CPI) e outro positivo (exploração de petróleo)? Eu diria que foram o debate e as conseqüências de um e de outro caso.&lt;br /&gt;Após a instalação da CPI, economistas começaram a especular perdas na bolsa de valores, redução drástica do PIB brasileiro; governistas falaram de falta de patriotismo, falta de bom senso diante da crise internacional, disseram que os investimentos seriam prejudicados, entre outras conseqüências. Vale a pena prestar atenção que tudo é analisado sob o ponto de vista econômico e político, o que não foi diferente quando a Petrobrás descobriu a gigante reserva de petróleo.&lt;br /&gt;Era a hora que o País seria auto-suficiente, grande exportador da matéria-prima e assistiria a investimentos de peso em todas as áreas. Deixando a economia de lado, não se levantaram, por exemplo, as conseqüências para o meio ambiente, tais como o aumento dos níveis de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera após a queima daquele petróleo.Um estudo publicado este mês pela revista Nature mostra que se o mundo quiser manter o aumento da temperatura do planeta abaixo de 2°C, não poderá queimar mais do que um quarto das reservas já disponíveis de combustíveis fósseis (óleo, carvão e gás) até 2050. Então qual a vantagem para o meio ambiente da queima de mais combustíveis?&lt;br /&gt;Toda propaganda em torno da exploração do petróleo do pré-sal vai contra o discurso mundial (pelo menos teórico) de proteção do meio ambiente. Só no campo de Tupi, estima-se que existem de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo, o que resultaria na emissão de pelo menos 2,1 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera.&lt;br /&gt;Sob o ponto de vista ambiental pouco foi discutido no ano passado. Pode-se perceber que os aspectos econômicos são sempre lembrados primeiro tanto agora como em 2008. Informações sobre impactos sociais e ambientais são deixadas por último e tratadas apenas como dados e estatatísticas que parecem não repercutir na adoção de medidas práticas.&lt;br /&gt;Recentemente, mais uma notícia animou o mundo: Petróleo em alta devido à previsão de demanda. Logo surgem análises econômicas sobre o assunto. Os impactos ambientais da retomada da demanda por petróleo não serão discutidos, mas logo surgem estatísticas que podem alarmar pessoas que pouco se importaram com o meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;Fonte &lt;/span&gt;&lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;Artigos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;/span&gt;&lt;a title="Aelton Aquino" href="http://www.artigonal.com/authors_163040.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;Aelton Aquino&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-4173646337620039635?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/4173646337620039635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=4173646337620039635&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4173646337620039635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4173646337620039635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/economia-e-meio-ambiente.html' title='Economia E Meio Ambiente'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SniBk1JdODI/AAAAAAAAAMg/HoOKPvt9xDQ/s72-c/mundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-4017783996227137016</id><published>2009-07-23T07:50:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:52:01.199-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Segurança Em Primeiro Lugar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA (EPC) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o próprio nome sugere, os citar a proteção de partes móveis de&lt;br /&gt;equipamentos de proteção coletiva (EPC) máquinas e equipamentos, sinalização de&lt;br /&gt;dizem respeito ao coletivo, devendo segurança, caixa de isolamento acústico,&lt;br /&gt;proteger todos os trabalhadores expostos extintores e mangueiras de hidrante&lt;br /&gt;a determinado risco. contra incêndios, corrimão, exaustores,&lt;br /&gt;Os EPC vêm sendo melhorados e fitas de demarcação, sirene e outros que&lt;br /&gt;desenvolvidos conforme as necessidades ,&lt;br /&gt;e os riscos aos quais os funcionários estão dependendo do setor e tipo de atividade&lt;br /&gt;expostos, modernizando-se de acordo que exerce.&lt;br /&gt;com as necessidades das funções. Podem O objetivo maior dos EPC é prevenir&lt;br /&gt;ser desenvolvidos por equipes de acidentes de trabalho, protegendo a&lt;br /&gt;engenheiros e técnicos através de integridade física e mental dos&lt;br /&gt;modernos laboratórios de pesquisa ou trabalhadores. Para alcançar este&lt;br /&gt;serem produzidos nas empresas por objetivo, os responsáveis pela área de&lt;br /&gt;solicitações do SESMT e CIPA - Comissão segurança e saúde no trabalho e&lt;br /&gt;Interna de Prevenção de Acidentes. membros da CIPA da empresa se reúnem&lt;br /&gt;Orientações quanto a necessidade periodicamente para discutir formas de&lt;br /&gt;de se adotar medidas de proteção coletiva prevenção, dando sugestões, efetuando&lt;br /&gt;constam no documento LTCAT - Laudo estudos, pesquisas, atendendo sugestões&lt;br /&gt;Técnico das Condições Ambientais do dos funcionários e principalmente&lt;br /&gt;Trabalho, que citam a obrigatoriedade de atendendo a legislação, conscientes que a&lt;br /&gt;se cumprir as determinações legais. implantação de Equipamentos de&lt;br /&gt;Como exemplos de EPC podemos Proteção Coletiva se faz necessária&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="debora mariano" href="http://www.artigonal.com/authors_71067.html"&gt;debora mariano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-4017783996227137016?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/4017783996227137016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=4017783996227137016&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4017783996227137016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/4017783996227137016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/seguranca-em-primeiro-lugar.html' title='Segurança Em Primeiro Lugar'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-8356149919213311385</id><published>2009-07-23T07:49:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:50:00.085-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Superintendente Regional Do Ministério Do Trabalho</title><content type='html'>&lt;p&gt;Reduzir a prática dos trabalhos infantil e degradante estão entre as principais metas da Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego no Paraná (SRT-PR). O maior desafio, porém, está em diminuir as ocorrências de acidentes de trabalho, que estão prestes a levar o Estado ao terceiro lugar no ranking nacional. Recém-chegado de Genebra, na Suíça, onde participou da última conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o superintendente do órgão, João Graça, esteve na sexta-feira na Redação de O Estado, onde falou das ações preventivas e repressivas que vêm sendo tomadas. Ele comentou, ainda, sobre os efeitos da crise sobre o emprego que culminaram, esta semana, na demissão de 900 funcionários na unidade da Bosch em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado: A SRT-PR lançou, recentemente, versões em outros idiomas das cartilhas sobre o trabalho infantil. Como ela surgiu, e como foi parar no resto do País e, agora, na Europa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Graça - O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) tem uma função repressiva, que é a fiscalização, mas não tinha nenhum papel educativo. Então vi a necessidade de idealizar alguma coisa nesse sentido. Lançamos a cartilha em novembro, e começamos a desenvolver no Brasil inteiro. Também sugeri ao ministro [do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi] para a gente lançá-la na OIT, e fui convidado por ele para seguir com a delegação para Genebra. Traduzimos para inglês e espanhol e, no dia 12 de junho (Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil), quando começaram os debates, a cartilha ficou no hall de entrada da assembleia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado: O senhor trouxe novidades de Genebra sobre avanços nas relações de trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Foi o Brasil quem levou as novidades. O discurso do presidente Lula estava em sintonia com o que o ministro Lupi vem dizendo, sobre a importância do envolvimento da OIT nas discussões da globalização e do reflexo que a crise tem na empregabilidade. O Brasil tem, de maneira muito oportuna, se envolvido nisso, com políticas públicas de emprego. As primeiras ações que tivemos na questão econômica foi o aumento do seguro desemprego, de cinco para sete meses, as políticas de qualificação para os jovens. Na flexibilização que ocorreu aqui, como no caso da Renault, com a suspensão dos contratos de trabalho, os trabalhadores receberam bolsa qualificação. Essas políticas públicas proporcionaram uma distinção muito grande para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Como está a situação do Paraná em relação aos trabalhos infantil e degradante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - O trabalho considerado degradante ainda existe em alguns segmentos, como de extração de madeira, corte da cana, no fumo, na erva-mate. Com relação ao trabalho infantil, agora temos o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), no qual temos 38 mil crianças. Elas recebem uma ajuda do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), para não trabalharem. Estamos, agora, chamando os gestores municipais e dizendo que eles têm que aderir ao programa, para que recebam a verba que é dada às crianças. Temos 399 municípios, e só 211 aderiram ao programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Qual o motivo disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - É porque eles têm que dar uma contrapartida. No programa, o MDS dá a verba, mas o município precisa dar o complemento educacional, o programa sócio-educativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - E quanto aos acidentes de trabalho, que estão aumentando no Estado? De onde veio esse aumento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Os casos aumentaram de 37 mil para 51 mil, na última estatística do Paraná. É o quarto, quase chegando ao terceiro lugar do País, o Rio de Janeiro, que tem 54 mil casos. Foi muito preocupante quando chegaram as estatísticas. E os números são muito maiores do que isso. Não só os nossos, mas de todos os outros estados, pela falta de comunicação do acidente de trabalho. O aumento veio de segmentos, como o da madeira, desde a extração até a transformação, a construção civil, a indústria metal-mecânica e o hospitalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - O que está sendo feito para reverter a situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Temos um projeto de boas práticas de saúde e segurança do trabalho, que traz para o diálogo trabalhadores e empregadores. Temos a ação repressiva e a educativa. Incentivamos as empresas a aderirem, as avaliamos durante um ano, e as certificamos. É um objetivo a médio e longo prazo. E tem outra realidade, agora: o adicional previdenciário modifica conforme os índices acidentários. E a Previdência está entrando com mais ações regressivas contra as empresas. Isso está fazendo com que elas comecem a ter outros olhos em relação a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Como o senhor vê as perspectivas do emprego no Paraná e no Brasil, em um futuro próximo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Tenho uma visão otimista, embora tenha havido essa demissão de 900 funcionários na Bosch. O nosso país está voltando a ter um crescimento adequado à sua realidade. Agora, tudo que está voltado ao mercado internacional vai refletir a realidade econômica de lá. Mesmo assim, haverá um ganho na nossa geração de emprego formal. A perspectiva é chegarmos ao final do ano com 1 milhão de novos empregos no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - E como vê a flexibilização das relações de trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Lá fora, a visão é de flexibilizar. Não é a visão que temos no Brasil, por ora. A nossa é combater o trabalho degradante, o infantil. Não podemos flexibilizar, porque ainda temos muitas relações de trabalho irregulares. Lá fora, eles vão ter que mudar. Mas nossa realidade não é essa. Não temos hoje um trabalhador que ganha o mesmo que o de lá. Nossos trabalhadores não viajam como os da Europa, pelo mundo inteiro. As realidades são muito distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Os acordos de redução de jornada com diminuição de salários podem ser vistos como tendências em direção à flexibilização, ou são coisas pontuais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Com certeza são uma forma de flexibilização. Em alguns estados, como São Paulo, onde as convenções são mais avançadas, encontramos exemplos. Mas hoje, o que mais está se discutindo são as cláusulas sociais, como cesta básica, creche para crianças, e outras. São cláusulas que têm repercussão econômica e que podem vir a ser rediscutidas. No Paraná, o que tem se discutido muito e eu fui convocado algumas vezes pelo setor industrial para discussões é o salário mínimo regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Qual é a questão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Eles demonstraram o prejuízo. Mas o MTE não tem o que opinar nesse sentido. É uma realidade que o setor tem que aceitar. Havendo convenção coletiva o que impera é a convenção, e não havendo, o que impera é o salário mínimo regional. Não podemos discutir o que o governo fez. Isso tem que ser discutido antecipadamente, e não depois que a lei foi aprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Demissões em massa, como da Bosch, podem gerar punição à empresa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Não. O MTE só lastima, porque é uma mão-de-obra qualificada. Mas não existe dispositivo legal nenhum que aponte uma punição. O que o ministro [Lupi] tem deixado muito claro, e que nós concordamos, é que não vemos com bons olhos nenhuma empresa - não é o caso da Bosch - que busque benefício público e, ao mesmo tempo, deixe de gerar empregos. Essa é a ótica singela que a gente tem trabalhado. É o mesmo no trabalho degradante. Uma empresa pega com trabalho degradante é impossibilitada de tomar qualquer empréstimo público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estado - Recentemente, alguns blogs anunciaram que o senhor estaria de saída da SRTE-PR. A notícia é verdadeira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JG - Estou em um processo de tratamento de saúde. Então, se meu médico falar que tenho que sair, vou sair. Mas não tenho intenção nenhuma de sair, nem ninguém de me tirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.parana-online.com.br/"&gt;http://www.parana-online.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="Espera de Ancoragem" href="http://www.artigonal.com/authors_177729.html"&gt;Espera de Ancoragem&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-8356149919213311385?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/8356149919213311385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=8356149919213311385&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8356149919213311385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8356149919213311385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/superintendente-regional-do-ministerio.html' title='Superintendente Regional Do Ministério Do Trabalho'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-8410504750011851675</id><published>2009-07-23T07:47:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:48:31.203-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Segurança no Trabalho</title><content type='html'>Quem trabalha em boas empresas já deve ter encontrado pelo menos um dos dois profissionais mais chatos que existem, o "Técnico de Segurança do Trabalho" ou o "Engenheiro de Segurança do Trabalho". A chatice deste dois profissionais se baseia simplesmente em evitar alguns prejuízos que relaciono e explico a seguir: &lt;ol&gt; &lt;li&gt;Evitar acidentes que danifiquem ferramentas de trabalho, pois toda e qualquer ferramenta de trabalho é adquirida pela empresa para assegurar o trabalho bem feito, eficiente e dentro de normas que garantam a boa qualidade e preço competitivo.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Evitar que se danifiquem os produtos fabricados pela empresa, pois qualquer produto danificado é sinônimo de prejuízo material, onerando toda uma cadeia produtiva.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Evitar que o funcionário machuque terceiros, pois além de todo o desconforto e transtorno causados por um acidente deste tipo, a empresa terá que arcar com indenizações que além de onerar a cadeia produtiva, poderiam ser evitadas.&lt;/li&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_U5SsH-u58gQ/SYm7q5lcR4I/AAAAAAAABwI/_HJQ19Lgawg/s1600-h/segurança+35.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;li&gt;Evitar que o funcionário e/ou o prestador de serviços venha a se machucar, pois neste caso podemos citar uma série de inconvenientes, exemplo:&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt; &lt;p&gt;a) O funcionário é afastado, deixando de produzir suas funções e ainda tem que ser remunerado neste período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) O funcionário tem que ser substituído, sendo assim também um prejuízo para a cadeia produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Todo acidente causa a diminuição do ritmo de produção dos outros trabalhadores, pois quebra todo o clima do setor e às vezes até de outros setores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Muitas vezes estes acidentes trazem prejuízos para o instituto nacional de previdência social, que tem que repassar verbas para este acidentado, verba esta que se não precisasse ser usada nestes casos engordaria o valor disponível para aposentadorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Em uma empresa onde os funcionários são bem instruídos no tocante a prevenção de acidentes de trabalho, o custo com a prevenção torna-se muito menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) E o mais importante de todos os itens, esta chatice toda garante que o funcionário possa voltar para sua família com sua saúde e integridade física.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_U5SsH-u58gQ/SYmxM99nudI/AAAAAAAABvY/fRbRCtDdezM/s1600-h/segurança+1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É comum ver alguns profissionais olharem torto, reclamarem ou até xingarem, mas quando acontece o acidente, geralmente estas mesmas pessoas chegam à conclusão que se tivessem seguido as orientações de segurança provavelmente não haveria ocorrido nenhum acidente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para se evitar acidentes é imprescindível que além da utilização correta de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e EPC (Equipamento de Proteção Coletiva), estes equipamentos estejam em bom estado, limpos e dentro de suas especificações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lembre-se sempre que, uma maquina nós podemos consertar, uma ferramenta nós podemos comprar quanta forem necessárias, mas a nossa vida, nossa integridade física e nossa saúde são únicas e muitas vezes, um simples descuido pode trazer danos irreversíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de reclamar de um alerta destes profissionais avalie a situação e pense bem se não faz sentido a orientação, afinal de contas, se você se acidentar o maior prejudicado é você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inteligência, prudência e bom senso nunca são demais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="Gilberto" href="http://www.artigonal.com/authors_119941.html"&gt;Gilberto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-8410504750011851675?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/8410504750011851675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=8410504750011851675&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8410504750011851675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8410504750011851675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/seguranca-no-trabalho.html' title='Segurança no Trabalho'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-8583966680498689439</id><published>2009-07-23T07:43:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:45:32.797-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Dados Ambientais Alarmantes - Mesmo!</title><content type='html'>&lt;p&gt;Dados alarmantes!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em poucas palavras tentarei descrever – também de maneira um pouco científica – porque é muito importante que todas as pessoas dêem a sua contribuição para frear o Aquecimento Global, além de exigir que os governantes façam o mesmo:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na última Era Glacial a temperatura média da Terra era algo em torno de 3 a 4 graus Celsius menor que a média de hoje em dia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pois bem, novos estudos indicam que a temperatura média da Terra poderá sofrer - sofrerá – uma elevação de mais de 7 graus Celsius até 2100. Ou seja, duas vezes a diferença da Era Glacial para a Era atual. Todos os modelos mais pessimistas do IPCC estão se confirmando e quase dobrando. Isso num intervalo de apenas três anos de diferença em relação aos dados anteriores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De 1800 para cá, a temperatura da Terra – com algumas oscilações – aumentou 0,6 graus.  E nesse aumento vimos uma intensificação drástica de “acontecimentos ambientais catastróficos” (como se o homem não fosse o responsável).  A natureza apenas nos responde e tenta defender o seu equilíbrio...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se todos esses efeitos foram sentidos numa variação inferior em 12 (DOZE) vezes em relação ao aumento que teremos, o que poderemos esperar do dia do amanhã?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além disso, devemos ter a consciência de que a multiplicação em números pode ser linear, mas os efeitos serão multiplicativos, uma vez que tudo na natureza funciona em cadeia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ou seja, uma elevação de 3 graus Celsius na temperatura da Terra já seria o suficiente para derreter os Pólos, que causaria a elevação do nível do mar, cessaria algumas correntes marítimas, liberaria metano das profundezas do Ártico, o sol deixaria de ser refletido, o aquecimento seria ainda mais intensificado, e os efeitos verdadeiros, só Deus sabe quais seriam...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns breves esquemas:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação à temperatura: Era Glacial: Em torno de 11 graus; Era atual: Em torno de 15 graus; Quase amanhã: Quase 22 graus.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação ao Gelo: Era Glacial: Quase tudo congelado; Era atual: Quase tudo derretendo; Quase amanhã: Só Deus sabe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação ao clima: Era Glacial: Gelado; Era atual: Ameno/ Quente; Quase Amanhã: Só Deus sabe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação às condições de vida: Era Glacial: Dificílimas; Era atual: Começando a ficar difíceis; Quase amanhã: Teremos vida?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Será que ainda dá tempo de salvar a vida na Terra?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se todos ficarem de braços cruzados, não! Quem planta destruição, colhe catástrofe!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Agora, se todos se unirem e se ajudarem, lutando pela mudança dos valores sociais e morais baseados no capital/ dinheiro para amor e caridade, baseando as suas atitudes na justiça, na igualdade e na humildade, acredito sinceramente que ainda temos chances.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A luta pacífica e sem armas deve ser em prol da trilogia da sabedoria, cujo maior expoente foi Amado Mestre Jesus Cristo: amar a Deus, amar e ajudar ao próximo, proteger e reencontrar o equilíbrio ambiental. Ou seja, equilíbrio espiritual, moral e ambiental!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vamos mudar e lutar pela vida; ou cruzar os braços e continuar a ver a Terra morrer? Morreremos com ela...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A carne não é indestrutível e pagaremos – ou receberemos - de acordo com as nossas atitudes – Merecimento e Justiça! É a dos homens, não seria a Divina?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Que finalmente a nossa inteligência e consciência encontrem o verdadeiro caminho do progresso e pratique a verdadeira sabedoria - espiritualmente, moralmente, e ambientalmente sustentável!&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="Víctor Lückemeyer Carrion" href="http://www.artigonal.com/authors_62291.html"&gt;Víctor Lückemeyer Carrion&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-8583966680498689439?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/8583966680498689439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=8583966680498689439&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8583966680498689439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8583966680498689439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/dados-ambientais-alarmantes-mesmo.html' title='Dados Ambientais Alarmantes - Mesmo!'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-9082921964475398543</id><published>2009-07-23T07:41:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:42:17.865-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Etanol: Combustível Limpo</title><content type='html'>ETANOL: COMBUSTÍVEL LIMPO &lt;p&gt;Importância do etanol como um combustível limpo, que emite 90% menos de gases do efeito estufa do que os combustíveis fósseis (gasolina). Assim o presente estudo pretende mostrar que o etanol é uma alternativa energética eficiente por conciliar aumento de segurança energética com benefícios para o combate ao aquecimento global e também por diminuir as emissões de gás carbono.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em sua palestra, Sousa (2009 apud AGRONOGÓCIOS BR, 2009) destaca que o uso de biocombustível já é a uma realidade no Brasil há décadas, que gera quase um milhão de empregos no País e, desde 2003, quando foram lançados os carros flex, já proporcionou uma redução das emissões de 45 milhões de toneladas de carbono à atmosfera, graças ao uso crescente do etanol. E que atualmente, o biocombustível substitui 50% da demanda por gasolina no Brasil, pois 90% dos carros já saem das fábricas com a tecnologia flex, existem mais de 60 modelos que permitem o uso de etanol, gasolina ou a mistura de ambos em qualquer proporção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em palestra para Ethanol Summit, Silva (2009) disse que a diferença do nosso combustível é que desenvolvemos um sistema energético integrado, produzindo energia elétrica a partir de energia renovável, com grande eficiência. Isso implica uma forte redução nas emissões de carbono, porque as usinas sucroenergéticas utilizam seus próprios resíduos como o bagaço queimado em turbinas de alta pressão, para gerar a energia elétrica utilizada para movimentar a própria usina e, cada vez mais, geram excedentes de energia para exportação para a rede elétrica nacional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Alfred (2009) a estima feita indica que a substituição da gasolina pelo Etanol no Brasil mais a substituição do óleo combustível pelo bagaço na indústria da cana-de-açúcar evitaram a emissão de 33,2 milhões de toneladas equivalentes de CO2. E que enquanto um veículo de porte médio, movido exclusivamente com gasolina, chega a emitir aproximadamente 2,2 kg CO2/litro, um veículo equivalente movido exclusivamente com etanol emite cerca de 1,3 kg CO2/litro, ou seja, 59% da emissão do veículo a gasolina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto o etanol é a fonte de energia e combustível mais limpa que existe, além de ser uma produção que é a partir da cana-de-açúcar, matéria-prima renovável, de crescimento rápido e de safra anual, a emissão de CO2 pela combustão do etanol é menor que a dos combustíveis fósseis, com isso ajudando na diminuição do aquecimento global.&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="Jackeline Carvalho de Souza" href="http://www.artigonal.com/authors_174194.html"&gt;Jackeline Carvalho de Souza&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-9082921964475398543?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/9082921964475398543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=9082921964475398543&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/9082921964475398543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/9082921964475398543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/etanol-combustivel-limpo.html' title='Etanol: Combustível Limpo'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-6407624609814793781</id><published>2009-07-23T07:40:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:41:21.868-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Cana De Açúcar E O Meio Ambiente</title><content type='html'>No presente momento passamos por uma crise mundial em relação ao meio ambiente     (aquecimento global) no qual algumas pessoas afirmam que a cana-de-açúcar contribui no processo de poluição do meio ambiente. Assim esse estudo tem objetivo de esclarecer alguns boatos em relação à cana-de-açúcar e o setor sucroalcooleiro que se encontra em processo de expansão no Brasil. &lt;p&gt; Já é comentado em todos os cantos que os alimentos passam por uma crise e que a plantação (expansão) de cana está sendo culpada por esse fato. Tudo isso é apenas um boato, pois “no mundo cerca de 10 milhões de hectares são destinados à produção de biocombustíveis (feito de cana, milho, etc.) enquanto a área destinada para a agricultura é de 1,2 bilhões de hectares” (GOLDEMBERG, 2007). O que acontece no momento é um desequilíbrio entre demanda e oferta de alimentos que ocorre devido o crescimento explosivo da renda per capta dos consumidores de países emergentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Outro boato bastante comentado é sobre a relação da cana-de-açúcar (produção de açúcar e álcool) com o aquecimento global (a emissão de CO2). O carbono emitido pela queima de álcool de cana é o mesmo carbono absorvido pela folha da planta alguns meses atrás e transformado em sacarose (BUCKRIDGE,s.d.), nessa absorção também inclui o CO2 emitido na queima de canaviais. Percebe-se então que na queima de canaviais e álcool é emitido uma quantidade x de CO2 na atmosfera e essa quantidade x é praticamente reabsorvida por suas folhas. Vale ressaltar que dentro de pouco tempo espera-se não haver mais queimadas no setor sucroalcooleiro, devido à lei nº. 10.547, de 2/5/2000 (Lei das Queimadas) e a modernização das usinas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Também é considerado boato a derrubada de florestas para plantio de cana-de-açúcar. A cana-de-açúcar (apesar de sempre estarem aperfeiçoando suas variedades) necessita de um clima e tipo de solo adequado a suas necessidades, e o setor sucroalcooleiro é a favor de criação de áreas para preservação “exatamente para não acusarem a cana de desmatar florestas” (JANK,2008.).No estado de São Paulo. Por exemplo, a cana só ocupou até hoje espaço de pastagens que não eram úteis mais para criação de boi.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  Setores que envolve a cana afeta alguns setores da economia e isso faz com que boatos apareçam para tentar atrapalhar o desenvolvimento da mesma. A cana (setor sucroalcooleiro) procura se adequar ao máximo as exigências para menor poluição e degradação do meio ambiente, pois o principal item para uma boa qualidade de cana é um solo bem cuidado e estações bem definidas, por isso é quase absurdo dizer que os que os mais necessitam de um ambiente bem cuidado o destrói sem motivo algum.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="Jordâna P. Barbosa" href="http://www.artigonal.com/authors_173839.html"&gt;Jordâna P. Barbosa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-6407624609814793781?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/6407624609814793781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=6407624609814793781&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/6407624609814793781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/6407624609814793781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/cana-de-acucar-e-o-meio-ambiente.html' title='Cana De Açúcar E O Meio Ambiente'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-9210338785199245757</id><published>2009-07-23T07:38:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:39:47.824-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>Os Limites Do Crescimento Econômico</title><content type='html'>&lt;strong&gt;OS LIMITES DO CRESCIMENTO ECONÔMICO&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marcus Eduardo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A tradicional receita econômica, numa visão simplista, de curtissímo prazo, tem sido clara: para acabar com a pobreza, distribuir renda e gerar empregos, basta fazer a economia crescer. Será isso verdadeiro? Sendo verdadeiro, haverá um “ponto de quebra” do qual ultrapassar torna-se preocupante e perigoso? Em outras palavras, haverá limites para esse crescimento ou deve o sistema econômico buscar, a todo custo, expandir o crescimento econômico, tendo em vista que urge diminuir o fosso social que caracteriza, por exemplo, uma economia como a brasileira?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antes de se pensar em qualquer modelo de crescimento econômico, as ações dos governantes devem (ou deveriam) repousar, prioritariamente, sobre a existência factual de limites ao crescimento. O fato concreto, real, que não é passível de dúvidas, é que há limites para o crescimento econômico e para o progresso material e esses passam, inevitavelmente, pela preservação dos recursos naturais e energéticos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Numa situação como a atual em que o nível de consumo tem sido exageradamente inconseqüente, os “gargalos” do crescimento logo se fazem presentes, e as situações sociais e econômicas advindas de um crescimento exagerado e ambientalmente destruidor se tornam a cada dia insustentáveis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O fato é que uma vez ultrapassados esses “gargalos” (limites) chegar-se-á a uma situação de total inversão dos ganhos: de crescimento econômico “pretensamente capaz” de diminuir a desigualdade social, entraremos, posteriormente, numa situação contraproducente com forte tendência a gerar mais desequilíbrios por conta do excessivo crescimento que não “respeitou” esses limites, até mesmo porque crescer economicamente não significa (e nunca significou) assegurar, por conseqüência, qualidade de vida. Metaforicamente essa situação pode ser ilustrada da seguinte forma: é como encher um copo com água até que este transborde. O excesso, nesse caso, irá gerar desperdício e esse, no ambiente econômico atual de escassez de recursos, produzirá custos na tentativa de recuperar a situação anterior. Portanto, crescer de forma exagerada, sem o devido controle da questão ambiental é como crescer em área movediça: não há sustentabilidade. Não há ganho, mas, sim, custos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra boa maneira de verificarmos essa situação é atentar-se para a questão do ponto de vista estritamente social. Atualmente, apenas 20% (vinte por cento) da população mais rica do mundo utilizam ¾ (75%) dos recursos naturais, numa situação em que metade da população (3 bilhões) está na pobreza.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Henrique Rattner, economista estudioso da questão ambiental, nos afirma que &lt;em&gt;“p&lt;/em&gt;&lt;em&gt;elo menos 1/3 da população vegeta nos limites de sobrevivência, não tendo acesso à água potável, saneamento, alimentação básica e serviços essenciais como educação e saúde e isto, apesar da incorporação de centenas de milhões de deserdados como produtores e consumidores na China e, em grau menor, na Índia”&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A desigualdade não pára por ai: o caso da água pótavel é gritante. É sabido que a quantidade de água doce disponível na terra é de apenas 0,5% do total das águas, incluindo as calotas polares geladas. Devido à urbanização intensa, os desmatamentos e a contaminação por atividades industriais e agrícolas (bases de um crescimento econômico sem limites), mesmo esta pequena quantidade de água está diminuindo, causando a desertificação progressiva da superfície da terra. O consumo de água, em consequência da urbanização (o crescimento econômico que não encontra fronteiras) dobra a cada 20 anos, mais rapidamente do que o crescimento da população. Se, de acordo com as estatísticas das Organizações das Nações Unidas (ONU), centenas de milhões de pessoas carecem de acesso à água potável, por outro lado, continua o consumo de desperdício (o exagero) do precioso líquido pela parcela dos mais afortunados que podem pagar pelo serviço. Enquanto regiões imensas na África, Ásia e América Latina carecem de recursos hídricos mínimos, nas regiões “desenvolvidas”, além de excesso de consumo, aumenta a poluição de rios, lagoas e lençóis freáticos e aqüíferos subterrâneos (é o crescimento sem limites se fazendo presente), tudo em nome de um suposto crescimento econômico que, reitero, parece não encontrar freios a sua expansão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda pelo lado da questão ambiental outra boa maneira de analisarmos o atual “estrago” desse crescimento econômico sem “respeito” aos recursos naturais e energéticos é considerarmos o &lt;em&gt;Índice Pegada Ecológica&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse conhecido índice que mede a área de terra e água que uma população humana requer para produzir os recursos que consome e para absorver seus desperdícios, considerando a tecnologia existente nos mostra que há 1,8 hectares de área disponível para cada habitante, dentro do padrão que se pode considerar sustentável. No entanto, o consumo global atual vem apresentando uma média de consumo relativo a 2,2 hectares por habitante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O ensaísta alemão Robert Kurtz, num esclarecedor e aterrorizante artigo intitulado &lt;em&gt;“O Programa Suicida da Economia”&lt;/em&gt; alerta que as condições elementares da vida, como a água, o ar e a terra, estão expostos a um crescente processo de envenenamento. A camada protetora de ozônio na atmosfera é corroída. Diz Kurtz que &lt;em&gt;“no Sul da Argentina e na Austrália, uma infinidade de ovelhas já pasta com cancros à mostra. Os desertos avançam dia a dia, e há prognósticos de que a guerra do século 21 terá como estopim o controle de mananciais hídricos”&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa preocupação em conciliar o crescimento da economia com a questão ambiental remonta do início dos anos 70, quando da primeira reunião do Clube de Roma e da divulgação do relatório “The Limits of Growth” que já alertava ao seguinte:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se as atuais tendências de crescimento da população mundial industrialização, poluição, produção de alimentos e diminuição de recursos naturais continuarem imutáveis, os limites de crescimento neste planeta serão alcançados algum dia dentro dos próximos cem anos. O resultado mais provável será um declínio súbito e incontrolável, tanto da população quanto da capacidade industrial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os custos do transporte e a emissão de poluentes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fora isso, o que dizer da insensatez em face ao processo de globalização, em não se atentar aos exorbitantes custos do transporte nesse “intercâmbio produtivo” para levar diversos produtos às geladeiras mais distantes, pouco importando se, para tanto, a emissão de poluentes, o gasto energético e a quantidade de CO2 geradas serão maléficos?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como desconsiderar, por exemplo, o custo do petróleo, em contrapartida do uso abusivo de veículos automotores? A título de melhor esclarecimento, apenas nos EUA circulam 80 veículos para cada 100 habitantes (aproximadamente 250 milhões), na Alemanha 55 por 100 habitantes e índices semelhantes encontramos nos outros países desenvolvidos somando quase um bilhão de veículos a motor, hoje alimentados por petróleo cujos preços oscilam ao doce sabor das vontades do chefões da OPEP.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Quanto às “viagens” dos produtos de um lugar ao outro, em nome dessa globalização que pretende estreitar fronteiras, tome-se como exemplo que um simples frango congelado nos EUA viaja em média &lt;em&gt;3.000 milhas&lt;/em&gt; antes de ser consumido. U&lt;em&gt;m estudo realizado na Alemanha apontou que um pote de iogurte de morango produzido nesse país acumula &lt;/em&gt;&lt;em&gt;5 mil quilômetros&lt;/em&gt;&lt;em&gt; de transporte. O leite vem do Norte da Alemanha, o morango vem da Áustria, o pote é francês e o rótulo vem da Polônia. A Noruega manda bacalhau para a China. As ervilhas consumidas na Europa são cultivadas e embaladas no Quênia. O kiwi, uma fruta natural da Nova Zelândia encontra mercado nos Estados Unidos que, por sua vez, a compram da Itália. Essa fruta nas mãos da empresa&lt;/em&gt; Sanifrutta, exportadora italiana, viaja por mar em contêineres refrigerados: 18 dias até os Estados Unidos, 28 dias até a África do Sul e mais de um mês para chegar de volta à Nova Zelândia.&lt;em&gt; O Reino Unido vende anualmente 20 toneladas de água engarrafada para a Austrália. Esse mesmo Reino Unido consome &lt;/em&gt;uvas vindas da África do Sul, a erva-doce vem da Espanha e a abóbora, da Itália. As batatas Pringles, fabricadas pela Procter &amp;amp; Gamble, por exemplo, atualmente são vendidas em mais de 180 países, apesar de serem fabricadas apenas em alguns poucos lugares. Isso é simplesmente a orgia do desperdício e do custo em termos de poluição, especialmente o dióxido de carbono. Esse aparente “custo invisível” se “esconde” nas sombras dos menores custos produtivos e dos salários baixos, não importando a localidade para onde vai. O que conta nesse caso são os ganhos monetários em detrimento da própria sustentabilidade ambiental.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se tomarmos apenas os custos advindos da poluição notamos que esses, apenas fora das fronteiras da cidade de São Paulo, conforme estudos do Laboratório de Poluição da USP, consome a importância de R$ 14 por&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;segundo (R$ 459,2 milhões anuais) para tratar seqüelas respiratórias e cardiovasculares de vítimas do excesso de partícula fina - poluente da fumaça do óleo diesel. Esse valor é dispensado por unidades de saúde públicas e privadas de seis regiões metropolitanas do país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O caso específico da cidade de São Paulo merece maior atenção. Todos os dias, 8,2 toneladas de poluentes são despejadas sobre a cidade. São mais de 3 milhões de toneladas/ano, 90% delas provenientes de veículos automotores. A pior parte vem dos motores movidos a diesel.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas seis regiões metropolitanas do país, esse quase meio milhão de reais gastos serve apenas para tratar de questões relativas à poluição advindas, em especial, do intenso trânsito (leia-se: congestionamento) nas grandes cidades que diariamente nos “brindam” com emissões de poluentes diversos e seus resultantes: Monóxido de Carbono (CO), que causa tonturas e dores de cabeça; Hidrocarbonetos (HC) que contribui para a irritação nos olhos, nariz, pele e parte do sistema respiratório; Óxido de Nitrogênio (NOx) com irritação e contrição das vias respiratórias e, Materiais Particulados (MP).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outro risco: a inflação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se já não bastasse o custo com a poluição, outro risco desse transporte de alimentos de um lugar para outro é a inflação – prestes a “explodir” a qualquer momento. De acordo com a FAO (Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas), o comércio de alimentos ficará nesse ano (2009) mais caro devido ao custo de transportes. Desde janeiro do corrente ano, o frete a partir dos EUA para importadores principais, como o porto de Roterdã, Egito e Bangladesh, está 400% mais alto que em 2000. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tudo isso, além de problemas climáticos, guerra e conflitos civis em países produtores pioraram o cenário para importação. De acordo com estudos da FAO os preços da maioria das &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt; agrícolas (produtos agrícolas básicos) tiveram grande aumento nos últimos dois anos, desde fins de 2006 e início de 2007. São exemplos disso o arroz (217%), trigo (136%), milho (125%) e soja (107%). Ao final de 2009, de acordo com a FAO, o custo global de importação de alimentos deve chegar a US$ 1.035 bilhões, 26% a mais do que no ano passado (2008). Os países economicamente mais vulneráveis vão pagar a maior conta no custo de importação de alimentos – é a inflação que poderá chegar em breve. A despesa total dos países em desenvolvimento deve aumentar entre 37% e 40% em relação aos dois últimos anos. A preocupação nesse caso é o risco de termos uma inflação causada pelos custos do transporte de alimentos que repicará em várias economias. Pelo jeito, os limites do crescimento, por não serem respeitados, começam a causar outros males que a ciência econômica logo tratará de encontrar suas “justificativas” e, de quebra, também encontrar os “culpados”.&lt;/p&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por: &lt;a title="MARCUS EDUARDO DE OLIVEIRA" href="http://www.artigonal.com/authors_165530.html"&gt;MARCUS EDUARDO DE OLIVEIRA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-9210338785199245757?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/9210338785199245757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=9210338785199245757&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/9210338785199245757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/9210338785199245757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/os-limites-do-crescimento-economico.html' title='Os Limites Do Crescimento Econômico'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-8473569573133297518</id><published>2009-07-23T07:36:00.000-03:00</published><updated>2009-07-23T07:38:14.574-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A Importância Dos Módulos Rurais Na Distribuição E Aproveitammento Da Terra</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1. Introdução&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; O módulo rural é uma medida de área, diretamente afeita à eficácia desta, a sua finalidade principal está em evitar a existência de gleba cujo tamanho, em regra, não se ache suscetível de render o suficiente para o progresso econômico-social do agricultor brasileiro; o módulo rural, em face da exploração desenvolvida no imóvel rural, pode ser classificado nas seguintes categorias, a seguir: &lt;ol&gt; &lt;/ol&gt; &lt;p&gt;a) - de exploração hortigranjeira;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;b) - de lavoura permanente;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;c) - de lavoura temporária;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;d) - de exploração pecuária ( de médio ou de grande porte );&lt;/p&gt; &lt;p&gt;e) - de exploração florestal;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Inclui-se ainda o “módulo de exploração indefinida”, que é aquele não especificado quanto à natureza da exploração.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O módulo rural pretendeu “estabelecer uma unidade de medida que exprima a interdependência entre a dimensão, a situação geográfica dos imóveis rurais e a forma e condição do seu aproveitamento econômico.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Estatuto da Terra (Lei nº 4.504/64) prevê três tipos de propriedade: a &lt;strong&gt;propriedade familiar&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;minifúndio&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;latifúndio&lt;/strong&gt;. Já a Constituição Federal vigente (CF/88) alude à &lt;strong&gt;pequena&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;média propriedade&lt;/strong&gt;, bem como a &lt;strong&gt;propriedade produtiva&lt;/strong&gt;. E a &lt;strong&gt;lei nº 8.629/93&lt;/strong&gt;, é que regulamenta, e que disciplina as disposições relativas à reforma agrária previstas no capítulo III, Título VII, da Constituição federal de 1988, conceituando, assim a pequena e média propriedade, além da propriedade produtiva, que é aquela que, explorada econômica e racionalmente, atinge, simultaneamente, graus de utilização da terra e de eficiência na exploração. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Conclusões&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ol&gt; &lt;/ol&gt; &lt;p&gt;Em conclusão, um &lt;strong&gt;módulo rural, &lt;/strong&gt;com as especificações de uma medida de área agrária, fixada para a propriedade familiar, variando de acordo com cada região do País e com o tipo de exploração, implicando um mínimo de renda ao agricultor (salário mínimo), visando assegurar a ele e a sua família não somente a subsistência, porém devendo propiciar o progresso social e econômico, limitando o direito de propriedade das terras rurais, é um dos meios mais importantes para se conseguir uma melhor distribuição e aproveitamento das terras rurais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tudo isso pode ser conseguido mediante uma &lt;strong&gt;política agrícola fundiária &lt;/strong&gt;sistematizada, moderna, especializada e profissionalizada e uma &lt;strong&gt;reforma agrária &lt;/strong&gt;que vise atender aos princípios de justiça social e ao aumento de produtividade, combatendo tanto latifúndio como o minifúndio, mas promovendo o desenvolvimento da propriedade produtiva rural no nosso País.&lt;/p&gt;Por: &lt;a title="Thiago Pereira de Sousa" href="http://www.artigonal.com/authors_192141.html"&gt;Thiago Pereira de Sousa&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Fonte &lt;a title="Artigos Gratuitos Online" href="http://www.artigonal.com/"&gt;Artigos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-8473569573133297518?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/8473569573133297518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=8473569573133297518&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8473569573133297518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/8473569573133297518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/importancia-dos-modulos-rurais-na.html' title='A Importância Dos Módulos Rurais Na Distribuição E Aproveitammento Da Terra'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_5k6KKZQ7YTA/SmErsGZho8I/AAAAAAAAAKQ/LlWJ3ZXuNa4/S220/center.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-5221978875334023213</id><published>2009-07-17T22:23:00.002-03:00</published><updated>2009-07-19T03:13:41.672-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contato'/><title type='text'>CONTATO</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;iframe height="528" allowtransparency="true" frameborder="0" scrolling="no" style="width:100%;border:none" src="https://dektop.wufoo.com/embed/m7x4z5/"&gt;&lt;a href="https://dektop.wufoo.com/forms/m7x4z5/" title="Consegma" rel="nofollow"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-5221978875334023213?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/5221978875334023213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=5221978875334023213&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/5221978875334023213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/5221978875334023213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/consegma-contato.html' title='CONTATO'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-5453920835409388079</id><published>2009-07-17T22:22:00.000-03:00</published><updated>2009-07-17T22:23:36.191-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>CONSEGMA: ARTIGOS</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-5453920835409388079?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/5453920835409388079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=5453920835409388079&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/5453920835409388079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/5453920835409388079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/consegma-artigos.html' title='CONSEGMA: ARTIGOS'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-6224603382499575432</id><published>2009-07-17T22:15:00.005-03:00</published><updated>2009-08-08T06:04:25.352-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>CONSEGMA: Sistema de Notícias</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Abrameq assina convênios com Sebrae e ABDI para apoio às indústrias do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Investir forte na tecnologia. Essa é a receita da indústria de máquinas para couro e calçados para enfrentar a crise. Para tanto, a Abrameq foi buscar junto às agências brasileiras que atuam no fomento e apoio empresarial recursos para realização de dois importantes projetos orientados ao desenvolvimento tecnológico. O investimento das entidades e empresas beneficiadas está orçado em R$ 1.130.000,00, a serem aplicados ao longo de 18 meses de trabalho, objetivando disseminar os resultados a 1.500 empresas e 3.500 profissionais. Uma das ações, em parceria com o Sebrae, visa desenvolver e aplicar know-how de segurança no projeto, desenvolvimento e fabricação de máquinas. Marcelo Adriano, diretor-executivo da Abrameq, destaca que “o tema segurança do trabalho vem tendo muita atenção da cadeia coureiro-calçadista nos últimos anos, suscitando uma série de ações da Abrameq e da Abicalçados”. Entre essas ações, se destaca a criação de um grupo tripartite para discussão dos aspectos relacionados envolvendo indústrias, trabalhadores e Ministério do Trabalho e Emprego. Em paralelo, através do Projeto Abrameq Tecnologia, tem sido feito um trabalho de sensibilização para o tema nos principais pólos coureiro-calçadistas nacionais, com o auxílio de especialistas nacionais e internacionais e através de missões técnicas para benchmarking no Exterior.Agora, como evolução destas ações, Abrameq e Sebrae lançam um programa que visa apoiar as indústrias no desenvolvimento de soluções para garantia de segurança a serem incorporadas nas máquinas e equipamentos produzidos. O executivo da Abrameq ressalta que, na sequência, “o programa objetiva disseminar para indústria coureiro-calçadista o conhecimento técnico obtido, aumentando assim o nível de qualificação da cadeia no tema segurança e, com isso, embasar a criação de normatização específica para garantia de segurança no trabalho em máquinas e equipamentos para o setor”.Isso se dará através de treinamento e consultoria especializada para identificação e implantação de soluções de redução de riscos de acidentes no trabalho para as máquinas e equipamentos utilizados na indústria coureiro-calçadista, além da realização de eventos para disseminação das soluções identificadas para as empresas beneficiadoras de couro e fabricantes de calçados nos principais pólos coureiro-calçadistas nacionais. O outro projeto, em parceria com a ABDI, foca na aplicação do set-up rápido no desenvolvimento de máquinas e processos para fabricação de calçados. Marcelo Adriano explica que “o projeto parte da premissa que a redução nos lotes de produção na indústria calçadista é uma resposta inevitável à nova configuração do mercado consumidor internacional”. Adiciona que a indústria nacional se encontra pressionada a ofertar produtos variados com menor tempo de desenvolvimento e entrega. Por outro lado, tem sua fatia no mercado de grandes volumes tomada por produtores asiáticos, cuja competitividade se baseia em custo. Para tanto, a capacidade de rápida troca de modelagem em produção é requisito essencial à competitividade da indústria calçadista brasileira, sendo que um aspecto intrinsecamente ligado a essa competitividade produtiva é o set-up na linha de produção, que depende essencialmente da adequação de máquinas e equipamentos a esta demanda.Marcelo Adriano observa que o projeto visa diagnosticar o processo de fabricação calçadista, seus gargalos e aspectos críticos, comparando-o a processos fabris referenciais em termos de set-up rápido, estabelecendo, a partir daí, conceitos, práticas e dispositivos que possam ser incorporados na fabricação de máquinas e disseminados à indústria calçadista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Abrameq - 30/7/2009&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Empresários do DF ensinam a funcionários como prevenir nova gripe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os empresários do Distrito Federal começaram a se preocupar com a transmissão do vírus A (H1N1) no ambiente de trabalho e ficaram ainda mais atentos nesta época do ano, em que o tempo fica mais seco do DF e os problemas respiratórios são mais frequentes. De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF, algumas lojas já fazem palestras e ensinam como prevenir a nova gripe.Por dia, um laboratório que funciona no Setor Hospitalar Sul em Brasília, atende cerca de 300 pessoas. A máscara cirúrgica agora faz parte do uniforme das atendentes. “Pela nossa população e pelo atendimento que o laboratório fornece, esse tipo de contágio é propício, sim. É por isso que nós estamos tentando minimizar o impacto”, explica o médico Bruno Dias. A recomendação mudou a rotina de 20 unidades da empresa no Distrito Federal. Ao todo, 50 profissionais que lidam diretamente com o público não desgrudam da peça de proteção. “É um contato muito direto entre quem está do outro lado do balcão e a gente. Então, a máscara serve como proteção. Passando o dia todo aqui, a gente se sente mais protegido do que lá fora”, diz a atendente Raquel Ramaldes. Já nos postos de saúde e nos hospitais públicos e privados, a espera pelo atendimento é longa. Máscaras são entregues aos pacientes que apresentam sintomas de gripe. Até quem não está doente prefere se proteger. “Sou gestante. Vim só fazer [exame de] rotina e preciso tomar cuidado. Foi orientação médica: sempre que eu vier ao hospital, devo usar máscara”, conta a professora Ana Carolina.“As pessoas devem se precaver. Devem vir o quanto antes para o hospital. É o melhor a fazer. Além disso, nada de pânico”, aconselha a funcionária pública Denise de Almeida. A Secretaria de Saúde orienta: quem estiver com febre acima de 38 graus, tosse e dor de garganta, deve procurar o posto de saúde mais próximo de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: G1-Globo.com - 5/8/2009&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Irregularidades encontradas em carvoaria e fazenda de gado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma operação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, realizada de 22 a 31 de julho, resultou no resgate de 18 trabalhadores encontrados em situação degradante em fazenda de gado e em carvoaria localizadas no município de Goianésia do Pará. A ação conjunta foi realizada por auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Polícia Federal (PF).CarvoariaNo dia 24 de julho, na Fazenda RDM, onde se localiza a Carvoaria da Mata, pertencente a Evanildo Nascimento Souza, Secretário de Meio Ambiente de Goianésia do Pará, foram encontrados nove trabalhadores laborando em condições degradantes no corte de madeira, transporte, empilhamento, enchimento dos fornos, vedação do forno com barro e carbonização.Durante a operação foi constatado que os trabalhadores das frentes de trabalho não possuíam equipamentos de proteção individual (EPIs) obrigatórios para a atividade de carvoejamento. Segundo o Procurador do Trabalho que participou da operação, o alojamento estava em desconformidade com a Norma Regulamentadora (NR). Os trabalhadores estavam alojados em um barraco em péssimas condições, muito sujo, com detritos na área de vivência, restos de maquinário e peças de veículos, armazenamento de combustível, o alojamento não tinha separação para homens e mulheres, ventilação e iluminação em alguns quartos.O proprietário da fazenda Evanildo Nascimento de Souza, que afirmou não ser o responsável pelas obrigações trabalhistas, sob o argumento de que a carvoaria não mais lhe pertencia e que o novo dono era um de seus empregados, foi autuado pela fiscalização. De acordo com o depoimento do dono da carvoaria ele realizava o frete da produção da carvoaria até as siderúrgicas localizadas em Marabá/PA e fornecia o carvão para a Sidepar e Cosipar. No entanto, nos depoimentos, os trabalhadores afirmaram que ele era realmente o proprietário.Como providência para preservar a saúde, segurança e integridade física dos trabalhadores, foi determinada a imediata paralisação das frentes de trabalho e Auditoria Fiscal interditou a carvoaria. A Fiscalização do Trabalho realizou 17 autuações em virtude de infrações como coação dos empregados a utilizarem o armazém mantido pela empresa, com a realização de descontos nos salários, trabalho de adolescente em atividade insalubre ou perigosa, ausência de áreas de vivência e de instalações sanitárias adequadas e de água potável nas frentes de trabalho, dentre outras.A carvoaria cobrava pelos EPIs que deveriam ser fornecidos gratuitamente e havia empregados sem o registro na carteira de trabalho. A recusa do empregador em se responsabilizar pelas obrigações trabalhistas prejudicou o pagamento das verbas rescisórias e resultou em ação judicial proposta pelo MPT perante a Justiça do Trabalho de Tucuruí, no Pará.Fazenda de gadoNa Fazenda Vista Alegre, o objetivo da operação foi verificar o cumprimento de Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em abril de 2006 pelo proprietário da Fazenda Vista Alegre perante o Ministério Público do Trabalho para regularização da contratação de trabalhadores.Na fazenda de gado, foram constatadas várias irregularidades, como ausência de registro de parte dos empregados, alojamentos inadequados e sem condições de uso, não fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) aos trabalhadores e armazenamento de produtos agrotóxicos em local inadequado, oferecendo risco à saúde humana e animal, dentre outras. Os auditores-fiscais do Trabalho registraram 12 autos de infração e foi determinada a retirada imediata dos nove trabalhadores da Fazenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pantanal News - 5/8/2009&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-6224603382499575432?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/6224603382499575432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=6224603382499575432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/6224603382499575432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/6224603382499575432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/consegma-sistema-de-noticias.html' title='CONSEGMA: Sistema de Notícias'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3100816659290045040.post-5223684996472327853</id><published>2009-07-17T22:11:00.004-03:00</published><updated>2009-08-06T22:42:17.547-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consegma'/><title type='text'>CONSEGMA: CURRICULUM DO PROFISSIONAL</title><content type='html'>Curriculum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* DADOS PESSOAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME: ALEXANDRE ARAÚJO DIAS&lt;br /&gt;DATA DE NASCIMENTO: 22 de junho de 1961&lt;br /&gt;SEXO: MASCULINO&lt;br /&gt;NATURALIDADE: Campina Grande-PB&lt;br /&gt;NACIONALIDADE: Brasileira&lt;br /&gt;ESTADO CIVIL: Casado&lt;br /&gt;PROFISSÃO: Engenheiro de Segurança&lt;br /&gt;ENDEREÇO: Rua: Huerta Ferreira de Melo, 231&lt;br /&gt;Edifício Jeová Mesquita - Apto 1004 - Bessa 58.037-470 - João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Fones: (083) 3246-4359/9984-1869&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* DOCUMENTAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*ECOLARIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialização em Gestão Ambiental na Indústria&lt;br /&gt;Departamento de Química&lt;br /&gt;Universidade Corporativa da Industria&lt;br /&gt;Universidade Estadual da Paraíba&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Concluído em 2008.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialização: Engenharia de Segurança do Trabalho&lt;br /&gt;Departamento de Engenharia de Produção - Campus I&lt;br /&gt;Universidade Federal da Paraíba&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Concluído em 1991.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º Grau: Engenharia Civil - Universidade Federal da Paraíba -&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Concluido em 1990.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Grau: Colégio Pré Universitário Campinense - CPUC&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Concluído em 1978&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Grau: Escola Técnica Redentorista&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Concluído em 1975&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* ATIVIDADES ACADÊMICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estágio Supervisionado na Construção de Alça Sudoeste - DER-PB&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: janeiro a junho de 1989&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estágio sobre Demanda de Mão de Obra - Pesquisa de Campo&lt;br /&gt;Loca: SENAI - CFP Professor José Stenio Lopes&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: 02 de abril a 02 de outubro de 1984&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* IDIOMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Português&lt;br /&gt;- Inglês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* EXTENSÃO CIENTÍFICA E CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMINÁRIOS/ FORUNS/CONFEÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Encontro Nordestino de Meio Ambiente e Sustentabilidade&lt;br /&gt;Governo do Estado da Paraíba/Sudema&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 1 a 3 de outubro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Seminário Paraibano de Direito Sanitário&lt;br /&gt;Agência Estadual de Vigilância Sanitária-AGEVISA&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 28 e 29 de maio de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Conferência Estadual de Meio Ambiente&lt;br /&gt;Secretaria Estadual de Meio Ambiente&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 12 a 14 de março de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Seminário Interdisciplinar de Políticas de Energia Solar&lt;br /&gt;UNEP-União Nordestina de Prefeitos&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 14 de setembro de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário SEGURNÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS&lt;br /&gt;CPR- Comitê Permanente Regional&lt;br /&gt;João Pessoa- PB&lt;br /&gt;Período: 14 de novembro de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Seminário de Ecodesign da Paraíba&lt;br /&gt;Sebrae –PB&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período:18 de julho de 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V fórum de Saúde Ocupacional&lt;br /&gt;TRT-13ª REGIÃO&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 30 de setembro a 01 de outubro de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º Seminário Internacional de Atualização em Segurança do Trabalho&lt;br /&gt;OIT&lt;br /&gt;São Paulo-SP&lt;br /&gt;Período: 18 a 20 de março de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fórum Estadual de Proteção ao Meio Ambiente do Trabalho&lt;br /&gt;PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO-13ª REGIÃO&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 21 de novembro de 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III Fórum de Saúde Ocupacional do TRT&lt;br /&gt;TRT-13ª REGIÃO&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período; 24 e 25 de outubro de 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Fórum Estadual sobre a inclusão de Portadores de Necessidades&lt;br /&gt;SENAI-PB&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 20 de setembro de 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário: Riscos no Ambiente de Trabalho&lt;br /&gt;CNI-PREVENÇÃO É VIDA&lt;br /&gt;João Pessoa-Pb&lt;br /&gt;Período: 29 de setembro de 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II Seminário Internacional de Atualização em Segurança do Trabalho&lt;br /&gt;CENTRO BRASILEIRO DE SEGURANÇA E SAÚDE INDUSTRIAL&lt;br /&gt;São Paulo-Sp&lt;br /&gt;Período:18 a 20 de março de 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III Seminário Norte-Nordeste de Segurança e Saúde do Trabalhador&lt;br /&gt;FENATEST&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 06 a 08 de Novembro de 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Seminário Campinense de Segurança e Saúde do Trabalhador&lt;br /&gt;FIEP/DRT-PB&lt;br /&gt;Período: 10 a 12 de Setembro de 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário Internacional “Industrial Safety and Health”&lt;br /&gt;Tóquio/Fukuoka/Hiroshima/kyoto - Japão&lt;br /&gt;Período: 27 setembro de 1995 a 02 de novembro de 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V Seminário Pernambucano de Segurança e Saúde do Trabalhador na&lt;br /&gt;Construção Civil&lt;br /&gt;Recife-PE&lt;br /&gt;Período: 05 a 07 de dezembro de 1994&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV Seminário Pernambucano de Segurança e Saúde do Trabalhador na&lt;br /&gt;Construção Civil&lt;br /&gt;Recife-PE&lt;br /&gt;Período: 22 a 24 de novembro de 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário “A Saúde do Trabalhador em Questão”&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 08 e 09 de julho de 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário de Qualidade e Produtividade&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 15 e 16 de julho de 1992&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador&lt;br /&gt;São Paulo-SP&lt;br /&gt;Período: 09 a 13 de dezembro de 1991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador&lt;br /&gt;Recife-PE&lt;br /&gt;Período: 10 a 14 de dezembro de 1990&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X Seminário Nacional dos Estudantes de Engenharia&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: 19 a 24 de agosto de 1985&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Cursos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Formação de Agentes em Política Industrial&lt;br /&gt;Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial-ABDI&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 10 e 11 de maio de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Inspeção em Caldeiras&lt;br /&gt;IBP- Instituto Brasileiro de Petróleo&lt;br /&gt;Recife-PE&lt;br /&gt;Período: 24 a 28 de setembro de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de PRODUÇÃO MAIS LIMPA&lt;br /&gt;FIEMG-Federação da Indústrias de Minas Gerais&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Proteção Respiratória&lt;br /&gt;FUNDACENTRO&lt;br /&gt;Recife-PE&lt;br /&gt;Período: 15 de julho de 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Formação de Agentes em Políticas Industriais&lt;br /&gt;ABDI- Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial&lt;br /&gt;João Pessoa PB&lt;br /&gt;Período: 10 e 11 de maio de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Capacitação na Metodologia de Redução da Freqüência dos Riscos de&lt;br /&gt;Acidentes e Doenças do Trabalho.&lt;br /&gt;BRASÍLIA-DF&lt;br /&gt;Período: 22 a 26 de outubro de 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso Operação, Manutenção e Segurança na Operação de Caldeira&lt;br /&gt;SENAI-PB&lt;br /&gt;João Pessoa -PB&lt;br /&gt;Período: 25 a 29 de setembro de 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso Aprimorando a Prática Docente&lt;br /&gt;SEBRAE-PB&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 09 a 11 de outubro de 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Segurança no Manuseio de Gases Combustíveis&lt;br /&gt;CTGÁS&lt;br /&gt;João Pessoa –PB&lt;br /&gt;Período: 11 a 15 de dezembro de 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Movimentação de Produtos Perigosos -MOPP&lt;br /&gt;SENAI&lt;br /&gt;João Pessoa -PB&lt;br /&gt;Período: 06 a 12 de julho de 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Riscos e Acidentes do Trabalho&lt;br /&gt;OIT-Organização Internacional do Trabalho&lt;br /&gt;Brasília -D.F.&lt;br /&gt;Período: 08 à 12 de novembro de 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Formação de Instrutores para Guincheiros da Construção Civil&lt;br /&gt;SENAI/FUNDACENTRO&lt;br /&gt;Bayex-Pb&lt;br /&gt;Período: 25 de maio à 03 de junho de 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa de Prevenção de Riscos Ambientais&lt;br /&gt;SENAI-PR&lt;br /&gt;Período 24 de junho a 05 de julho de 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento Gerencial de Recursos Humanos&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: 08 a 12 de novembro de 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I Curso de Atualização em Segurança e Saúde no Trabalho&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 18 e 19 de outubro de 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvimento Geral com Qualidade Total&lt;br /&gt;SEBRAE-PB - Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: 17 e 18 de junho de 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso Prático de Elaboração de Mapas de Riscos Ambientais&lt;br /&gt;Promovido pela ABPA&lt;br /&gt;Rio de Janeiro-RJ&lt;br /&gt;Período: 15 a 19 de março de 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinamento em Avaliação de Riscos Ambientais&lt;br /&gt;SENAI-MG&lt;br /&gt;Período: 24 a 28 de agosto de 1992&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualização em Higiene do Trabalho&lt;br /&gt;São Paulo- SP&lt;br /&gt;Convênio: SESI/FUNDACENTRO&lt;br /&gt;Período: dezembro de 1991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurança na Construção Civil&lt;br /&gt;Promovido pelo SESMT- II&lt;br /&gt;Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho&lt;br /&gt;Universidade Federal da Paraíba&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: 11 a 15 de dezembro de 1989&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PESQUISA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demanda de Mão-de-obra e Determinação de Necessidades de Formação&lt;br /&gt;Profissional, dentro do convênio SUDENE/SENAI/PB&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;Período: 5 de novembro a 24 de dezembro de 1982&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* VISITAS TÉCNICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Visita Técnica à CARBOCLORO QUÍMICA&lt;br /&gt;Santos- Sp&lt;br /&gt;-Visita à NISSAN MOTORS&lt;br /&gt;Japão&lt;br /&gt;-Visita à MITSUBISHI QUÍMICA&lt;br /&gt;Japão&lt;br /&gt;-Visita à Estação Elevatório de Gravatá&lt;br /&gt;Boqueirão-PB&lt;br /&gt;-Visita à Construção do Hotel Turístico&lt;br /&gt;Campina Grande-PB&lt;br /&gt;-Visita à Escola SENAI “Euvaldo Lodi”&lt;br /&gt;Contagem-MG&lt;br /&gt;-Visita à Escola SENAI “Mariano Ferraz”&lt;br /&gt;São Paulo-SP&lt;br /&gt;-Visita ao Centro de Formação Profissional&lt;br /&gt;Curitiba-PR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* CONGRESSOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XV Congresso Mundial Sobre Segurança e Saúde no Trabalho&lt;br /&gt;OIT/FUNDACENTRO&lt;br /&gt;São Paulo-Sp&lt;br /&gt;Período: 12 à 16 de abril de 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congresso Internacional de Segurança,Saúde e Higiene do Trabalho&lt;br /&gt;Porto Alegre-Rs&lt;br /&gt;Período:22 A 24 de outubro de 1997&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V Congresso Brasileiro de Segurança e Medicina do Trabalho&lt;br /&gt;São Paulo-SP&lt;br /&gt;Período: 28 a 30 de agosto de 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro Técnico - Condições e Meio Ambiente do Trabalho na&lt;br /&gt;Construção Civil&lt;br /&gt;Brasília-DF&lt;br /&gt;Período: 25 e 26 de abril de 1994&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV Jornada da Associação Latino-Americana de Segurança e Higiene do Trabalho.&lt;br /&gt;Rio de Janeiro-RJ&lt;br /&gt;Período: outubro de 1991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III Congresso Multidisciplinar de Segurança e Medicina do Trabalho&lt;br /&gt;Salvador-BA&lt;br /&gt;Período: 27 a 30 de agosto de 1991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* CURSOS MINISTRADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instrumentos e Técnicas de Medições Ambientais para o curso Técnico de&lt;br /&gt;Segurança da Escola Técnica Federal da Paraíba&lt;br /&gt;João Pessoa-PB&lt;br /&gt;Período: 2 a 6 de janeiro e 9 a 13 de janeiro de 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* TRABALHO PUBLICADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurança nas Unidades Operacionais do SENAI - SUOS&lt;br /&gt;Departamento Nacional do SENAI&lt;br /&gt;Rio de Janeiro-RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PALESTRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riscos Ambientais&lt;br /&gt;JOPASSO&lt;br /&gt;APANT/JP&lt;br /&gt;Período: 29 de abril a 01 de maio de 1999&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações do Núcleo de Saúde Ocupacional da Paraíba&lt;br /&gt;CNI-PREVENÇÃO É VIDA&lt;br /&gt;Campina Grande-Pb&lt;br /&gt;Período: outubro de 1997&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* ENCARGOS E/OU FUNÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENAI - Departamento Regional da Paraíba&lt;br /&gt;Cargo : Engenheiro de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente&lt;br /&gt;Período: 1991 até a presente data&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cargo: 1º Coordenador do Programa de Saúde Ocupacional&lt;br /&gt;Convênio: SESI/SENAI/PB&lt;br /&gt;Período: 1992 a 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cargo: Coordenador Regional da Área de Segurança do Trabalho&lt;br /&gt;SENAI/PB&lt;br /&gt;Período: 1996 até 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cargo: Membro representante do Núcleo de Saúde Ocupacional&lt;br /&gt;Convênio Sesi/Senai junto ao Comitê Permanente Regional-CPR-Pb&lt;br /&gt;do Mtb sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria&lt;br /&gt;da Construção&lt;br /&gt;Período:1997 até 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perito Judicial da 1ª,2ª,3ª,4ª,5ª,6ª,7ª,8ª,9ª Juntas de Reconciliação e Julgamento&lt;br /&gt;de João Pessoa - Pb&lt;br /&gt;Período:1996 até o presente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro presidente eleito da AEST-PB-Associação de Engenharia de Segurança do&lt;br /&gt;Trabalho-PARAÍBA&lt;br /&gt;Período: 2001 A 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor técnico da AEST-PB- Associação de Engenharia de Segurança do&lt;br /&gt;Trabalho-PARAÍBA&lt;br /&gt;Período 2004 até a presente data&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3100816659290045040-5223684996472327853?l=consegma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://consegma.blogspot.com/feeds/5223684996472327853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3100816659290045040&amp;postID=5223684996472327853&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/5223684996472327853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3100816659290045040/posts/default/5223684996472327853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://consegma.blogspot.com/2009/07/consegma-curriculum-do-profissional.html' title='CONSEGMA: CURRICULUM DO PROFISSIONAL'/><author><name>Raul Pedro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
