CONSEGMA

Consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente em João Pessoa.
Fone: +55 (83) 9984-1869 falar com Alexandre

CONSEGMA: SERVIÇOS EM SEGURANÇA NO TRABALHO

domingo, 2 de agosto de 2009 |

* Medições ambientais: (calor,ruído,iluminamento,gases,poeira(vegetal e mineral)).
* Elaboração de programas exigidos pelo Ministério do trabalho (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais- PPRA, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional- PCMSO.
* Curso da Norma Regulamentadora NR-10(BÁSICO E AVANÇADO)
* Realização de exames ocupacionais exigidos pelo Ministério do trabalho (admissional,periódico,demissional,retorno ao trabalho e mudança de função).
* Inspeção e manutenção de caldeiras e vasos de pressão exigidos pelo Ministério do Trabalho.
* Elaboração de laudos(insalubridade, periculosidade,Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho-LTCAT e laudo ergonômico.
* Consultoria na área jurídica em processos trabalhistas.
* Elaboração de perfil profissiográfico previdenciário-PPP exigido Ministério da Previdência.
* Palestras educativas com temas a escolher.
* Acompanhamento na implantação de sistema de gestão integrada-SGI.
* Treinamentos : operadores de empilhadeira e de caldeira Movimentação de Produtos Perigosos-MOPP , direção defensiva,cipeiros exigidos pelo Ministério do trabalho.
* Acompanhamento na implantação de ISO 18000.
*Consultorias em geral.

CONSEGMA: SERVIÇOS EM MEIO AMBIENTE

sábado, 1 de agosto de 2009 |

* Licenciamento ambiental exigido pela secretaria de meio ambiente estadual.
* Eficiência energética.
* Palestras educativas com temas a escolher.
* Implementação de programa de Produção mais Limpa-P+L.
* Elaboração de Relatório de Impacto Ambiental-RIMA e Estudo de Impacto Ambiental-EIA.
* Implementação e acompanhamento de Sistema de Gestão Ambiental-SGA.
* Implementação e acompanhamento de Sistema de Gestão Integrada(qualidade,meio ambiente e segurança no trabalho-SGI.
* Implementação e acompanhamento de ISO 14000.

Plante uma árvore, colabore com o futuro!

terça-feira, 28 de julho de 2009 |

A mudança climática colocou toda a humanidade diante de uma grande disjuntiva: continuar pelo caminho do capitalismo ou empreender o caminho do respeito á natureza , executando planos de desenvolvimento sustentáveis .
O governo brasileiro quer reduzir em 72% o índice de desmatamento da Amazônia até 2017.O aumento do número de árvores plantadas é uma importante meta do Plano Nacional sobre Mudanças do Clima, lançado no dia 1o. de dezembro de 2008. A expectativa é passar de 5,5 milhões de hectares para 11 milhões de há em 2017. Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.
A Amazônia é conhecida como o “pulmão do mundo”, mas, este pulmão está cada dia mais ameaçado pelo desmatamento e pelas constantes queimadas. O desmatamento reduz a evaporação da água das florestas e dos rios. Escassez de água em grande parte é provocada pelo desmatamento que permite a poluição dos rios e suas nascentes.
O Código Florestal Brasileiro , através da Lei 4.771/65 define que a mata ciliar tem a função de preservar os recursos hídricos, e ainda assegurar o bem estar da população humana.
A Educação Ambiental comemora 31 anos de propostas socioculturais , enfocando a relação entre o ser humano , a natureza e o universo de forma multi e interdiciplinar , ajudando a desenvolver uma consciência ética sobre todas as formas de vida existentes no planeta.
A tecnologia e o conhecimento que dispomos hoje podem reduzir consideravelmente o impacto humano nos ecossistemas. Mas, a conscientização ambiental, só é possível com percepção e compreensão da importancia do meio ambiente natural em nossa vida. Pequenas ações individuais podem fazer grande diferença neste processo.
Plantar uma árvore, por exemplo, é uma atitude muito louvável, mas requer conhecimento, é preciso respeitar seu bioma, não devemos cultivar o mogno no sul do País , sabendo que esta é endêmica da Amazônia. As árvores tem ligação direta com o nível subterrâneo , suas raízes exploram as profundezas.
O plantio de espécies exóticas é prejudicial ao meio ambiente , essas espécies podem se multiplicar sem controle, transformando-se numa praga, além de competir desigualmente pelo espaço , chegando até a matar as espécies nativas. Algumas espécies exóticas tem as raízes estruturadas para absorver toda a água que conseguirem, tornando o solo pobre e seco .
Antes exercitar sua cidadania, plantando uma árvore, é fundamental conhecer suas características como altura, raiz, queda de folhas, flores e frutos, evitando que ocorra entupimento de bueiro, atrapalhem a fiação elétrica, entre outros problemas. Quem planta hoje uma árvore , esta dando um presente para o futuro, se escolher a muda da espécie adequada, isto é , disseminando a "semente" da consciência ecológica .
Pesquisa: Ecoviagem

Água, um assunto para todos nós!

segunda-feira, 27 de julho de 2009 |

Chegamos ao século XXI, e uma certeza, impõe-se a todos nós: o uso racional da água é indispensável à vida. A água está se tornando escassa em muitas regiões e será necessário reduzir drasticamente o seu consumo, ou populações inteiras, que já sofrem escassez, passarão a conviver com situações dramáticas.

A pressão do homem sobre a terra é nítida em dois aspectos fundamentais: o próprio crescimento da raça humana e a exploração econômica dos recursos naturais. A medida que a população esta aumentando, novos desafios vão surgindo para garantir a nossa sobrevivencia. Com isto o homem muda a geografia da terra, das encostas e dos cursos d'água, aumentando a vulnerabilidade do próprio homem aos eventos extremos da natureza como inundações, secas, deslizamentos de terra, entre outros fenômenos.

A água, sua produção, preservação, proteção e uso racional são temas ambientais dos mais importantes nos dias de hoje. Pouco valor terá casas, terrenos áridos, edifícios, veículos, barcos, se não houver o alimento água, o sustentáculo de tudo.

É necessário promover debates em todos os níveis da sociedade, por pessoas de todas as idades, em locais acessíveis a comunidade. Mobilização social. Esta é a chave para a solução do desperdício. Mobilizar pessoas, grupos, organizações, segmentos da população para que saiam da estagnação e criem, através da educação e conscientização, um ideal coletivo de uso racional da água.

A população, seja ela urbana, rural, residente em periferia ou pequenas comunidades, tem direito a água potável de boa qualidade, livre de qualquer tipo de contaminação.

Implantando uma política de governar através das agências reguladoras de sistemas públicos, o governo federal baixou a lei n.º 9.984, criando a Agência Nacional de Águas (ANA), para funcionar nos mesmos moldes que a ANP (Petróleo), ANATEL (Telecomunicações), ANEEL (Energia Elétrica), um organismo gestor e fiscalizador do uso dos recursos hídricos no Brasil, com o objetivo de estabelecer maior controle sobre segmentos até então, livres usuários dos recursos hídricos. Desta maneira, a água deixou de ser um bem de uso comum e ilimitado, para ser um bem de uso controlado, com valor econômico agregado.

As empresas municipais de abastecimento de água, passam a pagar pela água que captam gratuitamente nos rios para fornecimento público, as usinas de energia elétrica, da mesma forma, terão que pagar pela água que usam gratuitamente para gerar energia elétrica e conseqüentemente impulsionar o seu negócio.

A ANA, a exemplo das outras agências reguladoras de sistemas como demonstrado, exercerá papel de fiscalização para que estes novos custos atribuídos aos empreendedores, não sejam repassados ao consumidor através das contas de água, o que vai exigir destes prestadores de serviços por outro lado, mais eficiência administrativa.

Primeiramente, o grande poluidor dos recursos hídricos no Brasil, são as prefeituras municipais, que deveriam estar tratando todo o esgoto das cidades antes de seu despejo. Em segundo a agroindústria, face ao uso desordenado e indiscriminado de agrotóxicos que acabam por contaminar o solo e a água. Em terceiro as atividades mineradoras, em sua maioria ilegais, e por último, a indústria com a emissão de seus efluentes.

A responsabilidade pelos serviços de água é dos governos e torna-se necessário um sistema democrático e responsável como requisito para dispor de um serviço eqüitativo.

É hora de abolir privilégios e interesses econômicos e partir para políticas que levem em conta as necessidades e urgências sociais, garantindo a qualidade de nossa água, por meio de ações que determinem a preservação dos recursos hídricos das bacias hidrográficas.

As questões referentes a água para o desenvolvimento devem necessariamente passar pela participação da sociedade na gestão dos recursos hídricos, na transparência do processo e na tomada de consciência de que a gestão da água é um assunto de todos nós.

Vininha F. Carvalho - diretora da Del Valle Editoria
www.revistaecotour.com.br